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Zeta Informática renova Hospedagem de Sites para 2018




A Zeta Informática é uma empresa consolidada em Bragança Paulista - SP e já atendeu a milhares de clientes em toda Região Bragantina e Sul de Minas Gerais.

Em Novembro de 2016 Zeta Informática Contrata Desenvolvimento de Sites e Gerenciamento de Rede Social visando crescer e driblar a crise pela qual todos passamos, mas "com um planejamento de marketing bem elaborado, poderemos crescer sem medo da crise." Explicou na época o proprietário Matheus.

Hoje passada a crise e atendendo cada vez mais clientes a Zeta Informática evoluiu seu atendimento e ampliou seu suporte atendendo clientes de Extrema - MG e toda a Região Administrativa de Campinas - SP.

"Com nosso crescimento antecipamos a renovação de nossa hospedagem de sites com a Érico Guimarães Profissionais Associados, estamos felizes com o trabalho do Érico e com nossa ampliação precisamos ter profissionais de confiança ao nosso lado, para a Zeta Informática a crise já passou!", declarou o proprietário Matheus.

Com a renovação dos serviços de Hospedagem de Sites para 2018, a Zeta Informática se mantem preparada para o sucesso que vem pela frente!
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A legitimidade do erro

A polêmica sobre o livro didático Por uma vida melhor, reacendeu a discussão sobre erro ortográfico e gramatical, linguagem formal e informal e a legitimidade de seus usos dentro e fora da sala de aula



A língua portuguesa ganha ocasional destaque na mídia; foi o que aconteceu em maio de 2011. Por causa do livro Por uma Vida Melhor, da coleção "Viver, aprender", distribuída pelo Programa Nacional do Livro Didático do MEC, criou-se uma polêmica sobre até que ponto se deve ensinar a linguagem coloquial em sala de aula, o que deve constar nos livros didáticos.
E essa discussão foi levada para campos bastante pisados pelos que trabalham com a linguagem. O que é erro? A forma oral da língua, usada de fato pela população, não é mais relevante que a versão formal? O fato de alguns falarem de forma mais formal invalida os informais, ou ao contrário?
Aqui, agora, não pretendemos apresentar respostas. Convidamos alguns colaboradores a falar sobre o assunto e seus temas relacionados, começando por um texto da coordenadora da Ação Educativa, entidade responsável pela face didática da produção do livro, e finalizando com uma sugestão de uso do tema em sala de aula.


Fonte: http://linguaportuguesa.uol.com.br/linguaportuguesa/gramatica-ortografia/31/a-legitimidade-do-erro--225101-1.asp
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Literatura: como proteger seu filho dessa droga

Por: Sérgio Rodrigues
Prezada senhora,
Obrigado por sua consulta. Nossa experiência de reabilitação de centenas de pacientes, quase todos afligidos por sintomas idênticos aos que a senhora descreve em seu e-mail, nos permite assegurar que seu filho estará inteiramente curado em apenas uma semana, caso a senhora opte por contratar nossos inovadores serviços.

Na jornada rumo à meta de todos os pais dignos desse nome, uma vida saudável e produtiva para seus filhos, a senhora já deu o passo mais importante: identificar o problema no nascedouro e evitar a ilusão confortável de que tudo não passará de uma paixão adolescente fugaz.
A espiral do vício, minha senhora, é implacável: dos suspiros pelos cantos, sempre cercada de livros, a vítima passa em 72,7% dos casos à fase que chamamos de “projeção ativa”, arriscando então seus próprios escritos, seduzida pela miragem de pertencer a esse mundo imaginário de beleza e sensibilidade que os ingênuos conhecem por literatura.
Diversos métodos de reabilitação já foram propostos por nossos concorrentes. Nenhum deles tem a eficácia comprovada do nosso. A dureza radical do tratamento que desenvolvemos – e que leva alguns pais a recuarem, sentindo pena de seus pimpolhos, o que é um erro terrível – nada mais é do que a única resposta à altura da gravidade do mal.
Sendo assim, faz-se necessário que, antes de prosseguirmos, a senhora assine o seguinte termo de responsabilidade:
Eu, ________, autorizo a internação de meu filho _________ num quarto sem janelas e à prova de som por sete dias, ao longo dos quais não terá contato com seres humanos e será alimentado três vezes ao dia por meio de uma portinhola. Estou ciente de que, do primeiro ao último minuto de sua estadia, ele ouvirá por um sistema de alto-falantes a leitura dos 27 livros que compõem as obras completas do crítico literário Dagoberto Castro de Menezes, começando por “Fenomenologia autotélica da metonímia machadiana e outros ensaios” e terminando pelo volumoso e seminal “Os arrufos de Tartufo: a fratura pós-moderna como mimese da irrepresentabilidade anticontemporânea”.
Firma reconhecida, por favor.
Atenciosamente,

Clínica Literatura Nunca Mais


Fonte: http://veja.abril.com.br/blog/todoprosa/sobrescritos/literatura-como-proteger-seu-filho-dessa-droga/
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O novo leitor na mira dos imortais

Ana Maria Machado toma posse hoje e quer sua diretoria mais perto das UPPs

 

Ana Maria Machado é autora de mais de uma centena de livros para adultos e crianças e já perdeu as contas dos prêmios que ganhou - o Hans Christian Andersen, mais importante do mundo na área de literatura infantil e juvenil, foi um deles. Agora, ela corre para terminar um título juvenil antes que sua vida fique ainda mais atribulada. Secretária-geral da Academia Brasileira de Letras em 2011, ela assume hoje, em cerimônia no Petit Trianon, no Rio de Janeiro, às 17 horas, a presidência da entidade e se torna a segunda mulher a ocupar o cargo. A primeira foi Nélida Piñon, em 1997.
Ana Maria Machado é a segunda mulher a presidir a ABL - Marcos de Paula/AE
Marcos de Paula/AE
Ana Maria Machado é a segunda mulher a presidir a ABL
Sua eleição, vencida por unanimidade em 8 de dezembro, não chegou a ser uma surpresa, embora nunca tivesse sido planejada pela escritora, que virou imortal em 2003. "Eu não tinha o projeto de ser presidente, mas quando entrei na diretoria como secretária, esse seria um caminho natural porque tradicionalmente secretário-geral passa a ser presidente. Então, eu sabia que ia deslizar para este cargo, que é de muito sacrifício e trabalho."
Mas ela terá ainda alguns dias para se acostumar com a novidade. Amanhã, a ABL entra em recesso e só volta em janeiro, quando começará, de fato, o trabalho da nova diretoria. Ao lado dela estarão Geraldo Holanda Cavalcanti (secretário-geral), Domício Proença Filho (primeiro-secretário), Marco Lucchesi (segundo-secretário) e Evanildo Bechara (tesoureiro).
Conferências, shows de música popular e erudita, filmes, exposições e leituras dramáticas são algumas das atividades corriqueiras da ABL que devem continuar na agenda.
Três centenários, no entanto, vão marcar o ano. Jorge Amado e Evandro Lins e Silva serão lembrados nos 100 anos de nascimento e o Barão do Rio Branco, no de sua morte. "Queremos fazer uma revisão crítica da obra de Jorge Amado e abrir possibilidades para que outros também façam isso no Brasil e no exterior. Vamos ver como ele é recebido hoje", comenta.
Nos últimos anos a ABL tem tentado mudar sua imagem: quer mostrar que o espaço é aberto a toda a população e que seus imortais estão ligados em novas ideias e tecnologias. Tanto que no ano passado, cinco deles ganharam e-readers em sorteio. Um pouco antes, em 2007, os acadêmicos subiram os morros do Cantagalo e do Pavão-Pavãozinho para tomar chá com as crianças da comunidade. Além disso, a ABL tem perfil no Facebook e no Twitter.
Ana Maria considera a ABL um grande, e atuante, centro cultural e quer continuar no caminho da abertura, mas com algumas mudanças. "Minha gestão vai coincidir com o momento em que as UPPs (Unidade de Polícia Pacificadora) serão implantadas e tenho muita vontade de ver se a gente desenvolve parcerias para ajudar a fazer com que a literatura brasileira esteja mais presente em áreas que não tiveram esse contato antes, mas isso não significa ir tomar chá na favela", diz. "Eu quero fazer um trabalho de formação de mediadores de leitura e contribuir para o aumento do número de novos leitores."
Ela conta que a diretoria ainda vai estudar todas as possibilidades de fazer uma gestão mais social, mas já diz que uma das ideias é usar algum imóvel herdado de seus membros como ponto de partida. "Temos a intenção de colaborar ao máximo com a implantação de centros culturais e de pontos de leitura, inclusive com a possibilidade de usar algum imóvel." Entretanto, diz que esta não é exatamente uma promessa, já que não há nada concreto.
O fato dela ser uma reconhecida autora de livros infantis e juvenis não vai mudar o andamento das atividades da ABL. "Não misturo os canais. Esta não é uma academia com adjetivo. O único adjetivo ali é o nacional", diz. Ela garante que o gênero já é coberto em debates e que crianças são sempre bem-vindas - mais de 5 mil estudantes foram lá este ano. Eles são recebidos por atores vestidos com roupa de época, que contam a história da Academia e dos acadêmicos. A presidente diz, no entanto, que é difícil ir além. "Não é possível fazer mais do que isso. Você não tem espaço nem tempo porque são duas sessões por dia às segundas, quartas e sextas-feiras."
Para conciliar a nova função ao trabalho de escritora, o único remédio é acordar mais cedo e esticar o dia, diz Ana Maria Machado, que completa 70 anos em 24 de dezembro, e que entrou pela primeira vez na ABL, ainda estudante, na companhia de Manuel Bandeira.

MARIA FERNANDA RODRIGUES
Fonte:http://www.estadao.com.br/noticias/impresso,o-novo-leitor-na-mira-dos-imortais,811266,0.htm 
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Português tem sido principal barreira para estudantes conseguirem estágio

Português tem sido principal barreira para estudantes conseguirem estágio


De cada dez estudantes de jornalismo, por exemplo, sete são reprovados por erros de ortografia e dificuldade em elaborar uma redação.



No primeiro semestre de 2011, foram abertas mais de 200 mil vagas de estágio em todo o Brasil. Poderia ser uma notícia ótima, mas ela acabou revelando um problema sério no nosso sistema educacional.

Universitários, candidatos a uma vaga de estágio, fizeram um ditado com 30 palavras. A maioria errou pelo menos um terço delas. Em uma empresa de recrutamento, não tem sido fácil encontrar alguém que preencha os requisitos básicos. “A gente está com uma vaga aberta há três meses aqui em Belo Horizonte. De cerca de 80 candidatos, quatro chegaram à final”, afirma a psicóloga e analista de RH Vanessa Ramos.

O levantamento de uma das maiores empresas de seleção de estagiários do país revela que o português tem sido a principal barreira para os universitários conseguirem uma vaga. De cada dez estudantes de jornalismo, por exemplo, sete são reprovados por erros de ortografia e dificuldade em elaborar uma redação.

Gabriela Bisotto está no quinto período de jornalismo. Já se inscreveu em vários processos seletivos para estágio. Fez quatro entrevistas e na hora do português: “Eu levei um susto. Não imaginava. Eu pensei que o meu inglês fosse ser o diferencial, a língua que eu tenho extra, mas eu vi que o português é um diferencial”.

Para quem não tem muita intimidade com o nosso idioma, os professores dizem que é preciso disciplina: “Tem que começar por um assunto que te interessa. Se você gosta de carro, leia revista sobre carro, livros que falem de carros, de corredores. A primeira coisa é a gente achar um assunto que tem a ver com a gente. Porque, se você pega um assunto que alguém mandou você ler e você tem obrigação de fazer uma prova sobre ele depois, essa leitura vai ficar fatalmente ruim”, explica Carla Viana Coscareli, professora Faculdade de Letras da UFMG.

“Você pode fazer o exercício de ver um filme, começar a contar o filme, a descrever o filme, a fazer comentários sobre o filme. Pode ouvir uma música, escrever sobre a música, fazer um comentário sobre a música”, sugere Maria do Carmo Viegas, professora de língua portuguesa da UFMG.

No primeiro período de Marketing, Israel Washington Ferreira já garantiu um estágio. A oportunidade foi conquistada graças a um hábito: “Eu leio dentro do ônibus ou leio quando eu estou em casa”, conta.

“Português é a língua que a gente fala, língua que a gente domina. Então, ela não é tão difícil. A gente tem que ficar mais atento a algumas coisas do português padrão que a gente não costuma usar na oralidade, mas isso não é nada impossível”, explica Carla Viana Coscareli.

Fonte: http://g1.globo.com/jornal-nacional/noticia/2011/06/portugues-tem-sido-principal-barreira-para-estudantes-conseguirem-estagio.html
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Professores Érico Guimarães e Tathiane Romanelo marcam presença em 15º Encontro de Casais da Igreja Batista Boas Novas

Na noite do dia 11 de junho de 2011 a Igreja Batista Boas Novas, de Bragança Paulista – São Paulo promoveu o 15º Encontro de Casais com o tema: "Eu sou do meu amado, e o meu amado é meu" (Cânticos 6:3).

Os casais puderam apreciar uma excelente refeição num restaurante, com a companhia da Palavra de Deus, e irmãos muito especiais. Além dos membros da Igreja, compareceram vários visitantes que foram muito bem recebidos.

A Palavra de Deus foi ministrada pelo Pastor Rogério Machado com o tema: "Pertencimento" que nos edificou e nos lembrou do quão é importante a família e o casal. Pois, quando os cônjuges cumprem suas responsabilidades no relacionamento, Deus é glorificado.

Na oportunidade os casais puderam tirar um retrato de recordação.

Para quem quiser participar no próximo ano, o jantar sempre acontece no mês de junho. Fique atento ao site da Igreja Batista Boas Novas.
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Para gostar de ler: dicas aos iniciantes

Para gostar de ler: dicas aos iniciantes


Foto 1 de 8 - Escolha um assunto que seja interessante para você. Não adianta brigar com as nossas preferências - se você não tem o costume de ler, não adianta tentar começar com O Banquete, de Platão. Gosta de futebol? Que tal começar pela biografia de um grande jogador? Se você ama gatos, talvez um belo exemplar sobre a vida e os hábitos dos bichanos seja sua melhor pedida.

Foto 2 de 8 - Não gostou do livro que começou? Troque! Por que insistir num título que já desagradou nas primeiras páginas. Não se force a nada - pelo menos quando estiver tentando entrar no mundo da leitura. 


Foto 3 de 8 - Revista de fofoca, bula de remédio, embalagem de alimento, gibi, manual de celular. Vale tudo para iniciar o hábito de ler: a dica não é apenas para os temas, mas também para os tipos de ''obras''.


Foto 4 de 8 - É de pequenino... que se forma o hábito da leitura. Se você tem filhos ou convive com crianças, dê uma forcinha: leia com elas, leia para elas, peça para elas lerem. Tudo isso, lógico, de acordo com o conhecimento delas, a idades e os temas que interessem.


Foto 5 de 8 - Descubra quando, onde e como você gosta de ler. Toda forma é válida: em silêncio, deitado, no ônibus, ouvindo música... Cada um tem uma preferência. Pode ser até um exercício de autoconhecimento.


Foto 6 de 8 - Essa é para os educadores: na escola, a leitura não pode ser apenas por obrigação. Reserve espaço no cronograma para que os estudantes possam escolher os livros que preferem (adequando o grau de complexidade). Você vai perceber que eles começarão a desenvolver critérios para as escolhas e tendem a ser tornam bons leitores quando adultos.




Foto 7 de 8 - Frequente bibliotecas. Livro de papel é caro e ocupa espaço - pegar títulos emprestados pode ser uma boa opção para quem está começando. Outra dica são sites que disponibilizam obras para serem baixadas (de graça), como o Cult Vox.


Foto 8 de 8 - Se você prestar atenção, a escrita está em todo canto. É importante mostrar para as crianças o que os educadores chamam de ''função social da escrita''. Faça a lista de supermercado, deixe bilhetes, mostre o letreiro dentro do elevador...

Fonte: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/06/08/habito-da-leitura-cresce-entre-criancas-e-jovens-brasileiros.jhtm
Fotos: Edson Silva, Folhapress, SXC, Raimundo Pacco, Almeida Rocha, Rogério Cassimiro, Marcelo Justo.
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Hábito da leitura cresce entre crianças e jovens brasileiros

A criança e o adolescente brasileiros estão lendo mais. Esse foi o diagnóstico traçado nesta quarta-feira no 2º Encontro Nacional do Varejo do Livro Infantil e Juvenil, realizado dentro do 13ª Salão Nacional do Livro Infantil e Juvenil, no Rio de Janeiro.

De acordo com pesquisa divulgada pela Câmara Brasileira do Livro (CBL), do total de 12 mil títulos novos lançados no país em 2010, cerca de 2,5 mil foram direcionados a crianças e adolescentes. “A própria produção é uma comprovação de que as nossas crianças e jovens estão lendo mais”, afirmou à Agência Brasil a diretora da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil (FNLIJ), Ísis Valéria Gomes.

O presidente da Associação Nacional de Livrarias (ANL), Ednilson Xavier, disse que a parte destinada à literatura infantojuvenil já representa cerca de 15% do faturamento das lojas. Levantamento feito em 455 livrarias de todo país mostra que as vendas do setor cresceram 9,6% em 2010 em relação ao ano anterior, refletindo a expansão da economia nacional. Ele ressaltou que a área infantojuvenil lidera o ranking em termos de crescimento de vendas no ano passado.

Para Xavier, a tendência é que o hábito da leitura do público infantojuvenil seja crescente. “Não tenha dúvida. Há, nesse aspecto, a constatação do mercado editorial de que os livros nessa área, a cada ano, se tornam mais atrativos”. A ANL está elaborando pesquisa sobre o livro no orçamento familiar, que será divulgada em agosto, durante a 21ª Convenção Nacional das Livrarias.

Na opinião de Ísis Valéria Gomes, o hábito da leitura é fundamental não só para ampliar o conhecimento mas, inclusive, para a formação da cidadania. “A criança que começa a ler desde pequena segue lendo depois. Não existe postura cidadã sem que você seja um leitor”.

Segundo ela, a criança e o jovem brasileiros são penalizados em função do analfabetismo funcional, que exclui as pessoas do conhecimento. “Mas, entre as crianças que leem, a leitura vem aumentando muito. E o consumo [de livros] também, inclusive entre os adolescentes”.

Durante o encontro, foi apresentada a experiência da primeira livraria virtual para livros digitais no país, a Gato Sabido, cuja média é de dez mil a 15 mil acessos diários para consultas. A diretora da FLNIJ observou que o governo federal já desonerou impostos sobre os livros eletrônicos (e-book). Avaliou, porém, que para que o livro digital chegue às camadas da população de menor poder aquisitivo são necessárias novas ações, uma vez que esses livros são ainda muito caros, custam cerca de R$ 1,8 mil.

Ela disse, também, que é preciso garantir a qualidade dos textos impressos oferecidos ao público infantojuvenil. “Isso é alguma coisa que precisa ser vigiada, do ponto de vista de se oferecer coisa boa aos adolescentes e às crianças”. A experiência da Fundação German Sanchez Ruiperez, de Salamanca, na Espanha, foi apresentada durante o encontro nacional de livreiros. A instituição aposta na alfabetização digital para crianças a partir de cinco anos de idade, onde os menores convivem com o aprendizado simultâneo no computador e no livro impresso.

O 13º Salão Nacional do Livro Infantil e Juvenil é promovido pela FNLIJ e vai até o dia 17 deste mês.

Da Agência Brasil
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Herta Müller é a vencedora do Nobel de Literatura em 2009


ESTOCOLMO – A escritora romena Herta Müller, 56 anos, é a vencedora do prêmio Nobel de Literatura de 2009. Em um comunicado em Estocolmo na manhã desta quinta-feira (08), o secretário permanente da Academia Sueca, Peter Englund, afirmou que Müller, naturalizada alemã, consegue com a “concentração da poesia e franqueza da prosa, desenhar a paisagem dos despossuídos”.

Nascida em 1953 na cidade de Nichidorf, na Romênia, filha de fazendeiros – parte uma minoria que falava alemão –, Herta Müller se formou em estudos alemães e literatura romena pela Universidade de Temeschwar. Em 1976, começou a trabalhar como professora e tradutora do alemão em uma empresa de engenharia, mas foi demitida pouco tempo depois por se recusar a cooperar com a polícia secreta do regime comunista.

Seu primeiro trabalho, a coletânea de contos “Niederungen”, já escrita em alemão, foi publicado em 1982 na Romênia, mas censurado, como a maioria das obras da época. O livro foi publicado na íntegra na Alemanha em 1984, mas Müller só emigrou para o país com o marido em 1987, dois anos antes da saída de Nicolae Ceausescu do poder. A escritora recebeu elogios da crítica por seu estilo simples e original de conduzir a narrativa, a partir de um modo singular de descrever relacionamentos. Nos anos 1990, tornou-se um dos principais nomes da literatura alemã contemporânea.

“A imprensa romena foi muito crítica com essas obras enquanto, fora do país, os jornais alemães os receberam muito positivamente”, declarou Englund. “Por ter criticado publicamente a ditadura na Romênia, ela foi proibida de publicar seus trabalhos em seu próprio país.”

Autora também de romances, poesias e ensaios, Herta Müller tem atualmente no Brasil apenas um livro em catálogo: “O Compromisso“, da Editora Globo, em que retorna com sensibilidade ao passado para narrar as adversidades que sofreu na Romênia, uma nação oprimida pelo regime comunista, sem perspectiva de futuro.

Müller é a 12ª mulher a vencer o Nobel de Literatura – recentemente, também ganharam o prêmio a austríaca Elfriede Jelinek, em 2004, e a britânica Doris Lessing, em 2007. Além do cheque de US$ 1,4 milhão, Müller também vai receber uma medalha de ouro e será convidada a dar uma palestra na sede da academia, na capital sueca.

O Prêmio Nobel de literatura será entregue em Estocolmo no dia 10 de dezembro – data da morte de Nobel, em 1896 –, junto com os ganhadores de medicina, química, física e economia. O Prêmio Nobel da Paz é entregue em Oslo, na Noruega.

Fonte: Último Segundo
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Quem não gosta de ler?

Há quem diga que não gosta de ler, porém a leitura está aí ao nosso redor e não existe alguém que não lê absolutamente nada.

A leitura está por todos os lados, nas placas de transito, nos preços, nos rostos alheios, nos diálogos, tudo é texto, entretanto cada texto tem seu modo de ser lido.
E como não gostar de ler? Este "eu-não-gosto" é uma barreira que a própria pessoa se impõe, ela não percebe ou finge não perceber que lê o tempo todo tudo.
Quando dei aula anos atrás à jovens senhoras, numa escola pública estadual, em um projeto social de minha autoria, sempre explicava isso. Eu dizia: "Vocês todas já sabem ler!"

Ao longo do curso elas percebiam que já sabiam ler mesmo, isso tirava-lhes a barreira do "não-sei" e do "não-gosto", eu tirava-lhes a muleta!
Porque o mais difícil elas já sabem ler: figuras, sinais, expressões, etc.

A Leitura forma o cidadão ano a ano, quanto mais se vive mais se lê! Leitura não é somente livros e textos escritos. Ao longo do seu desenvolvimento, o indivíduo desenvolve seu caráter e tendo quem o ensine a ler o mundo de um ponto de vista moral e ético tornar-se-a um cidadão feliz e próspero mesmo que não seja letrado.

Claro que um dia, acredito, o indivíduo, assim como minhas alunas do projeto social, procurará ajuda para letrar-se. E nesse dia temos que estar preparados.
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Confusões na nova ortografia ainda permanecem

Embora a Academia Brasileira de Letras (ABL) tenha publicado a segunda edição do “Dicionário Escolar da Língua Portuguesa”, que começou a ser distribuído ontem nas livrarias, algumas dúvidas em relação ao novo Acordo Ortográfico ainda não foram totalmente esclarecidas.

O professor Pasquale Cipro Neto, em sua coluna na Folha de S. Paulo apontou algumas pequenas incoerências. Veja:

Na segunda edição, foram “corrigidas” as discrepâncias, ou seja, sumiu o “h” de “co-herdeiro” (que passou a “coerdeiro”) e sumiu o hífen de “reeleição”. Mas uma olhadinha no texto oficial do “Acordo” basta para que a confusão continue. Está na “Base XVI” (“Do hífen nas formações por prefixação, recomposição e sufixação”): “Nas formações com prefixos (como, por exemplo: ante-, anti-, circum-, co- [...]) em formações (...), só se emprega o hífen nos seguintes casos: a) Nas formações em que o segundo elemento começa por h...”. Para encurtar a conversa, um dos exemplos do texto oficial do “Acordo” é “co-herdeiro” (com hífen e com “h”).

Uma mudança como essa, num país em que as pessoas têm tantas dificuldades com a língua, deveria ter sido mais bem planejada, para que desde que começasse a vigorar a nova ortografia, não restasse nenhuma dúvida. Essas confusões, apesar de pequenas, atrapalham a adaptação. O jeito é seguir o conselho de Pasquale e esperar para não gastar dinheiro à toa.
Baixe aqui o Guia Prático da Nova Ortografia

Se você é um aluno que está com problemas na hora de estudar pode resolver suas dúvidas enviando um e-mail para mim: TathianeRomanelo@gwtr.com.br, ele será respondido neste blog assim que possível.

Tathiane Romanelo é Palestrante e Professora formada em Letras, Profissional em Consultoria Textual, Revisão Gramatical, Orientação Literária, Web Writer, Ghost Writer, Professora de Português/Inglês e respectivas Literaturas, Professora de Secretariado, Professora de Informática, entre outros cursos, Administradora de empresa especializada em Gestão e Produtividade na Empresa.
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Mudanças na Língua Portuguesa

Que a Língua Portuguesa sofreu alterações muitos já sabem, mas o que mudou realmente?Estima-se que demorará cerca de dois anos para que essas mudanças passem a acontecer de fato e façam diferença em nossas redações.

Aqui na GWTR - Consultoria Textual notamos as mudanças rápidas que 2008 causou na língua. As Revisões Textuais, Gramaticais e Ortográficas, falo assim separando por ser cada um serviço distinto que prestamos, aumentaram bem em relação ao ano passado.

Bem, quero colocar hoje algumas dicas, para informar melhor quais foram as mudanças que ocorreram e que podem modificar entre 0,5% e 2,0% do vocabulário brasileiro.

1. Lembra daquela dúvida: "Liquidificador ou Liqüidificador? Linguiça ou Lingüiça?
Pois é, essa dúvida foi solucionada! O TREMA não existe mais em nenhuma de nossas palavras. Com exceção de Nomes Próprios e seus derivados.

2. No caso de ACENTOS DIFERENCIAIS não se utilizam mais em:
"pára" (flexão do verbo parar) de "para" (preposição);
"péla" (flexão do verbo pelar) de "pela" (combinação da preposição com o artigo);
"pólo" (substantivo) de "polo" (combinação antiga e popular de "por" e "lo");
"pélo" (flexão do verbo pelar), "pêlo" (substantivo) e "pelo" (combinação da preposição com o artigo);
"pêra" (substantivo - fruta), "péra" (substantivo arcaico - pedra) e "pera" (preposição arcaica).

3. O nosso ALFABETO passou a ter 26 letras.
Foi incorporado as letras "k", "w" e "y".

4.O ACENTO CIRCUNFLEXO que deixava muita gente em dúvida, se coloca ou não coloca, não é mais usado nos seguintes casos:
Nas terceiras pessoas do plural do presente do indicativo ou do subjuntivo dos verbos "crer", "dar", "ler", "ver" e seus derivados. A grafia correta será "creem", "deem", "leem" e "veem";
Em palavras terminados em hiato "oo", como "enjôo" ou "vôo" - que se tornaram "enjoo" e "voo" .

5. O ACENTO AGUDO não se usa mais em:
Ditongos abertos "ei" e "oi" de palavras paroxítonas, como "assembléia", "idéia", "heróica" e "jibóia";
Nas palavras paroxítonas, com "i" e "u" tônicos, quando precedidos de ditongo.
Exemplos: "feiúra" e "baiúca" passam a ser grafadas "feiura" e "baiuca";
Nas formas verbais que têm o acento tônico na raiz, com "u" tônico precedido de "g" ou "q" e seguido de "e" ou "i". Com isso, algumas poucas formas de verbos, como averigúe (averiguar), apazigúe (apaziguar) e argúem (arg(ü/u)ir), passam a ser grafadas averigue, apazigue, arguem.

Isso é o que mudou para nós brasileiros, espero que essas dicas seja importantes no seu dia-a-dia.
Lembrando: Caso não tenha tempo de revisar seus textos a GWTR faz isso para você!
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Tathiane Romanelo é Palestrante e Professora formada em Letras, Profissional em Consultoria Textual, Revisão Gramatical, Orientação Literária, Web Writer, Ghost Writer, Professora de Português/Inglês e respectivas Literaturas, Professora de Secretariado, Professora de Informática, entre outros cursos, Administradora de empresas especializada em Gestão e Produtividade na Empresa.