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terça-feira, 1 de maio de 2012

NAMORE UM CARA QUE LÊ

NAMORE UM CARA QUE LÊ

Baseado no "Namore uma garota que lê", texto escrito pela Rosemary Urquico e traduzido e adaptado para o português por Gabriela Ventura.

"Namore um cara que se orgulha da biblioteca que tem, ao invés do carro, das roupas ou do penteado. Ele também tem essas coisas, mas sabe que não é isso que vai torná-lo interessante aos seus olhos. Namore um cara que tenha uma pilha de três ou quatro livros na cabeceira e que lembre do nome da professora que o ensinou as primeiras letras.

Encontre um cara que lê. Não é difícil descobrir: ele é aquele que tem a fala mansa e os olhos inquietos. Ele é aquele que pede, toda vez que vocês saem para passear, para entrar rapidinho na livraria, só para olhar um pouco. Sabe aquele que às vezes fica calado porque sabe que as palavras são importantes demais para serem desperdiçadas? Esse é o que lê.

Ele é o cara que não tem medo de se sentar sozinho num café, num bar, num restaurante. Mas, se você olhar bem, ele não está sozinho: tem sempre um livro por perto, nem que seja só no pensamento. O rosto pode ser sério, mas ele não morde, não. Sente-se na mesa ao lado, estique o olho para enxergar a capa, sorria de leve. É bem fácil saber sobre o quê conversar.

Diga algo sobre o Nobel do Vargas Llosa. Fale sobre sobre as novas traduções que andam saindo por aí. Cuidado: certos best-sellers são assunto proibido. Peça uma dica. Pergunte o que ele está lendo –e tenha paciência para escutar, a resposta nunca é assim tão fácil.

Namore um cara que lê, ele vai entender um pouco melhor seu universo, porque já leu Simone, Clarice e –talvez não admita– sabe de memória uns trechos de Jane Austen. Seja você mesma, você mesmíssima, porque ele sabe que são as complicações, os poréns que fazem uma grande heroína. Um cara que lê enxerga em você todas as personagens de todos os romances.

Um cara que lê não tem pressa, sabe que as pessoas aprendem com os anos, que qualquer um dos grandes tem parágrafos ruins, que o Saramago começou já velho, que o Calvino melhorou a cada romance, que o Borges pode soar sem sentido e que os russos precisam de paciência.

Um namorado que lê gosta de muita coisa, mas, na dúvida, é fácil presenteá-lo: livro no aniversário, livro no Natal, livro na Páscoa. E livro no Dia das Crianças, por que não? Um cara que lê nunca abandonará uma pontinha de vontade de ser Mogli, o menino lobo.

E você também ganhará um ou outro livro de presente. No seu aniversário ou no Dia dos Namorados ou numa terça-feira qualquer. E já fique sabendo que o mais importante não é bem o livro, mas o que ele quis dizer quando escolheu justo esse. Um cara que lê não dá um livro por acaso. E escreve dedicatórias, sempre.

Entenda que ele precisa de um tempo sozinho, mas não é porque quer fugir de você. Invariavelmente, ele vai voltar –com o coração aquecido– para o seu lado.
  

Demonstre seu amor em palavras, palavras escritas, falas pausadas, discursos inflamados. Ou em silêncios cheios de significados; nem todo silêncio é vazio.

Ele vai se dedicar a transformar sua vida numa história. Deixará post-its com trechos de Tagore no espelho, mandará parágrafos de Saint-Exupéry por SMS. Você poderá, se chegar de mansinho, ouví-lo lendo Neruda baixinho no quarto ao lado.

Quem sabe ele recite alguma coisa, meio envergonhado, nos dias especiais. Um cara que lê vai contar aos seus filhos a História Sem Fim e esconder a mão na manga do pijama para imitar o Capitão Gancho.

Namore um cara que lê porque você merece. Merece um cara que coloque na sua vida aquela beleza singela dos grandes poemas. Se quiser uma companhia superficial, uma coisinha só para quebrar o galho por enquanto, então talvez ele não seja o melhor. Mas se quiser aquela parte do “e eles viveram felizes para sempre”, namore um cara que lê"

quarta-feira, 25 de abril de 2012

Como resumir texto


Como resumir texto


1. Ler todo o texto.

2. Reler, sublinhando frases ou palavras importantes.

3. Identificar as idéias principais e essenciais, apenas a informação central..

Observar:

. De quem se fala.

. O que se fala.

. Quais os exemplos.

. Se há idéias contrárias.

. O que dizem essas idéias.

. O tempo.

. O lugar.

. As características das pessoas

. As causas, etc.)

4. Excluir informações adicionais de menor importância e detalhes de pouca significação.

5. Não escrever diálogos, descrições detalhadas, cenas ou personagens secundárias.

Somente personagens, ambientes e ações mais importantes.

6. Registrar apenas o que o autor escreveu, com palavras suas, sem comentar as idéias.

Sem usar expressões como "segundo o autor", "o autor afirmou que".

7. Resumir de cada parágrafo, porque cada um encerra uma idéia diferente.

8. Ler os parágrafos resumidos e observar se todas as partes estão bem ligadas e formam um todo.

9. Observar as palavras que fazem a ligação entre as diferentes idéias do texto:

"por causa de", "assim sendo", "além do mais", "pois", "em decorrência de", "por

outro lado", "da mesma forma".

10.O resumo não deve ultrapassar 20% da extensão do texto original, no máximo a metade do texto.

11.O resumo tem três partes: (Podem ser escritas num único parágrafo)

Introdução: Frase que introduz o assunto e resume tudo que será falado.

Desenvolvimento: Resumo das idéias principais, ligeiramente comentadas.

Conclusão: Frase que sintetiza tudo.


Um presente muito especial

João não via a hora que chegasse seu aniversário, no inicio do mês de agosto. Contava os dias, as horas e os minutos, pois sabia que ganharia um jogo eletrônico, pelo qual esperava com tanta ansiedade.

O tempo passou lentamente, mas finalmente chegou o dia tão esperado. Ao acordar, olhou para o lado e junto à sua cama estava o brinquedo de seus sonhos.

Súbito saltou da cama, deu pulos de alegria e correu para chamar o irmão e mostrar-lhe seu presente. Seus olhos brilhavam de satisfação quando, juntamente com o irmãozinho, começou a brincar.

Durante toda a tarde não saíram de perto do novo brinquedo. Foi só quando já estava quase escurecendo que lembraram de convidar um amigo de João, o qual morava no mesmo prédio, para brincar com eles.

Assim que telefonou para o amigo, ele correu para o apartamento e os três brincaram até a hora do jantar.


RESUMO:

João aguardava ansiosamente pelo dia do seu aniversário, no inicio do mês de agosto, pois ganharia um jogo eletrônico. Ao acordar, nesse dia, encontrou o presente. Foi correndo mostrá-lo a seu irmão, com o qual brincou durante toda a tarde. Lembrou-se de telefonar para um amigo que morava no mesmo prédio. chamando-o para brincar também. Os três se divertiram muito com o jogo até a hora do jantar.

Experimente resumir este texto: TRAUMA SUPERADO

Fonte: http://piquiri.blogspot.com.br/2006/10/como-resumir-texto.html

sábado, 15 de outubro de 2011

Livro: Pedagogia da Autonomia - Download Grátis

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terça-feira, 1 de julho de 2008

O Discurso do Chefe Seattle


No a no de 1854, o presidente dos Estados Unidos fez, a uma tribo do Norte, a proposta de comprar suas terras, oferecendo em contrapartida a concessão de uma outra "reserva". O texto da resposta do Chefe Seattle tem sido considerado através dos tempos, um dos mais belos pronunciamentos a respeito da importância das tradicões. Já li em algum lugar que tal resposta foi falsifiacada por um jornalista, mas isso não tira o valor do que foi dito.

Como é que se pode comprar ou vender o céu, o calor da terra? Essa idéia nos parece estranha. Se não possuíssemos o frescor do ar e o brilho da água, como é possível vendê-los? Cada pedaço desta terra é sagrado para o meu povo. Cada amo, cada punhado de areia do deserto, cada sombra de árvore, cada uma destas coisas é sagrada na memória de meu povo.

Os mortos homem branco esquecem sua terra de origem quando vão caminhar entre as estrelas. Nossos mortos jamais esquecem estas montanhas e vales, pois assim é o rosto de nossa Mãe. Somos parte da terra e ela faz parte de nós. As flores são nossas irmãs; o cervo; os cavalos; a grande águia são nossos irmãos. Os picos rochosos, os sulcos úmidos nas campinas, o calor do potro e o homem - todos pertencem à mesma família. Portanto, o Grande Chefe em Washington manda dizer que deseja comprar a nossa terra, pede muito de nós.

O Grande Chefe diz que irá nos colocar em um lugar onde poderemos viver felizes. Ele será nosso pai e nós seremos seus filhos. Portanto, nós vamos consider a sua oferta de comprar a nossa terra.

Mas isso não será fácil, porque essa água brilhante que corre nos riachos não é apenas água, mas o sangue de nossos antepassados. Se lhe vendermos a terra, eles podem esquecer que o murmúrio das águas é voz dos nosso ancetrais, e as lembranças de tudo o que ocorreu enquanto vivemos aqui.

Sabemos que o homem branco não compreende nossos costumes. Uma porção de terra, para ele, tem o mesmo significado que qualquer outra, pois é um forasteiro que vem á noite e extrai da terra aquilo que se necessita. A terra não é sua irmã, mas uma mulher atraente, e quanto ele a conquista, prossegue seu caminho.

Deixa para trás os túmulos de seus antepassadose não se encomoda. Retira da terra aquilo que seria de seus filhos e não se importa. A sepultura de seus pais e o direito de seus filhos são esquecidos. Trata sua mãe, a terra, e seu irmão, o céu, como coisas ou enfeites coloridos. Seu apetite devorará a terra, deixando somente um deserto.

Eu não sei, nossos costumes são diferentes dos seus. A visão de sua cidades ferem os olhos do homem vermelho. Talvez seja porque o índio é um selvagem e não compreenda. Não há lugar quieto na cidade do homem branco. Nenhum lugar onde se possa ouvir o desabrochar de folhas na primavera ou o bater das asas de um inseto. O ruído parece somente insultar os ouvidos e o que resta da vida se um homem não pode ouvir o choro solitário de uma ave ou o debate dos sapos ao redor de uma lagoa á noite? O que é o homem sem os animais? Se todos os animais se fossem o homem morreria de uma grande solidão de espírito. Pois o que ocorre com os animais breve acontece com o homem. Há uma ligação em tudo.

Tudo o que acontecer à terra, acontecerá aos filhos da terra. Se os homens cospem no solo, estão cuspindo em si mesmos. Isto sabemos: a terra não pertence ao homem, o homem pertence à terra. O homem não tramou o tecido da vida: ele é simplesmente um dos seus fios. Tudo o que fizer ao tecido, fará a si mesmo.

Mesmo o homem branco, cujo Deus caminha e fala com ele de amigo para amigo, não pode estar a fugir desta realidade. De uma coisa estamos certos: nosso Deus é o mesmo Deus deles. A terra Lhe é preciosa, e feri-la é desprezar o Criador. É o final da vida e o início da sobrevivência.

Este texto foi repostado no "O Globo" na coluna de Paulo Coelho. E eu sei que a partir de hoje você procurará reconhecer o quanto algumas coisas realmente valem. O que é Sagrado para você? Você se venderia? Acho que não! Você não está a venda!
Eu confio em você!

sexta-feira, 6 de junho de 2008

Dica de Leitura: Dom Casmurro - Machado de Assis

CAPÍTULO IX / A ÓPERA

Já não tinha voz, mas teimava em dizer que a tinha. "O desuso é que me faz mal", acrescentava. Sempre que uma companhia nova chegava da Europa, ia ao empresário e expunha-lhe todas as injustiças da terra e do céu; o empresário cometia mais uma, e ele saía a bradar contra a iniqüidade. Trazia ainda os bigodes dos seus papéis.

Quando andava, apesar de velho, parecia cortejar uma princesa de Babilônia. As vezes, cantarolava, sem abrir a boca, algum trecho ainda mais idoso que ele ou tanto - vozes assim abafadas são sempre possíveis. Vinha aqui jantar comigo algumas vezes. Uma noite, depois de muito Chianti, repetiu-me a definição do costume, e como eu lhe dissesse que a vida tanto podia ser uma ópera, como uma viagem de mar ou uma batalha, abanou a cabeça e replicou:

— A vida é uma ópera e uma grande ópera. O tenor e o barítono lutam pelo soprano, em presença do baixo e dos comprimirás, quando não são o soprano e o contralto que lutam pelo tenor, em presença do mesmo baixo e dos mesmos comprimirás. Há coros a numerosos, muitos bailados, e a orquestração é excelente...

— Mas, meu caro Marcolini...

— Quê...

E depois, de beber um gole de licor, pousou o cálix, e expôs-me a história da criação, com palavras que vou resumir.

Deus é o poeta. A música é de Satanás, jovem maestro de muito futuro, que aprendeu no conservatório do céu. Rival de Miguel, Raiael e Gabriel, não tolerava a precedência que eles tinham na distribuição dos prêmios. Pode ser também que a música em demasia doce e mística daqueles outros condiscípulos fosse aborrecível ao seu gênio essencialmente trágico. Tramou uma rebelião que foi descoberta a tempo, e ele expulso do conservatório. Tudo se teria passa do sem mais nada, se Deus não houvesse escrito um libreto de ópera do qual abrira mão, por entender que tal gênero de recreio era impróprio da sua eternidade. Satanás levou o manuscrito consigo para o inferno. Com o fim de mostrar que valia mais que os outros, e acaso para reconciliar-se com o céu,—compôs a partitura, e logo que a acabou foi levá-la ao Padre Eterno.

— Senhor, não desaprendi as lições recebidas, disse-lhe. Aqui tendes a partitura, escutai-a emendai-a, fazei-a executar, e se a achardes digna das alturas, admiti-me com ela a vossos pés...

— Não, retorquiu o Senhor, não quero ouvir nada.

— Mas, Senhor...

— Nada! nada!

Satanás suplicou ainda, sem melhor fortuna, até que Deus, cansado e cheio de misericórdia, consentiu em que a ópera fosse executada, mas fora do céu. Criou um teatro especial, este planeta, e inventou uma companhia inteira, com todas as partes, primárias e comprimárias, coros e bailarinos.

— Ouvi agora alguns ensaios!

— Não, não quero saber de ensaios. Basta-me haver composto o libreto; estou pronto a dividir contigo os direitos de autor.

Foi talvez um mal esta recusa; dela resultaram alguns desconcertos que a audiência prévia e a colaboração amiga teriam evitado com efeito, há lugares em que o verso vai para a direita e a música, para a esquerda.

Não falta quem diga que nisso mesmo está a além da composição, fugindo à monotonia, e assim explicam o terceto do Aden, a ária de Abel, os coros da guilhotina e da escravidão. Não é raro que os mesmos lances se reproduzam, sem razão suficiente. Certos motivos cansam à força de repetição. Também há obscuridades; o maestro abusa das massas corais, encobrindo muita vez o sentido por um modo confuso. As partes orquestrais são aliás tratadas com grande perícia. Tal é a opinião dos imparciais.

Os amigos do maestro querem que dificilmente se possa acha obra tão bem acabada. Um ou outro admite certas rudezas e tais ou quais lacunas, mas com o andar da ópera é provável que estas sejam preenchidas ou explicadas, e aquelas desapareçam inteiramente, não se negando o maestro a emendar a obra onde achar que não responde de todo ao pensamento sublime do poeta. Já não dizem c mesmo os amigos deste. Juram que o libreto foi sacrificado, que a partitura corrompeu o sentido da letra, e, posto seja bonita em alguns lugares, e trabalhada com arte em outros, é absolutamente diversa e até contrária ao drama. O grotesco, por exemplo, não está no texto do poeta; é uma excrescência para imitar as Mulheres Patuscas de Windsor. Este ponto é contestado pelos satanistas com alguma aparência de razão. Dizem eles que, ao tempo em que o jovem Satanás compôs a grande ópera, nem essa farsa nem Shakespeare eram nascidos. Chegam a afirmar que o poeta inglês não teve outro gênio senão transcrever a letra da ópera, com tal arte e fidelidade, que parece ele próprio o autor da composição; mas, evidentemente, é um plagiário.

— Esta peça, concluiu o velho tenor, durará enquanto durar o teatro, não se podendo calcular em que tempo será ele demolido por utilidade astronômica. O êxito é crescente. Poeta e músico recebem pontualmente os seus direitos autorais, que não são os mesmos, porque a regra da divisão é aquilo da Escritura: "Muitos são os chamados, poucos ao escolhidos". Deus recebe eu ouro, Satanás em papel.

— Tem graça...

— Graça? bradou ele com fúria; mas aquietou-se logo, e replicou: Caro Santiago, eu não tenho graça, eu tenho horror à graça. Isto que digo é a verdade pura e última. Um dia. quando todos os livros forem queimados por inúteis, há de haver algum, pode ser que tenor, e talvez italiano, que ensine esta verdade aos homens. Tudo é música, meu amigo. No princípio era o dó, e do dó fez-se ré, etc. Este cálix (e enchia-o novamente), este cálix é um breve estribilho. Não se ouve? Também não se ouve o pau nem a pedra, mas tudo cabe na mesma ópera...

(Machado de Assis)

Espero com esta dica que você leia mais, alguns romances nos trazem à luz do entendimento certas filosofias que nem pensamos em conhecer.

Eu confio em você!

sábado, 10 de maio de 2008

A arte de ser feliz - O segredo

Eu não sei se você já parou para pensar nisso, por isso vou chamar sua atenção para este assunto. Todos nós deveriamos saber que motivação vem de casa. Todas as pessoas que vem motivadas de casa têm mais possibilidades de sucesso.

Aqui coloquei algumas dicas que acho importantes, espero que o ajudem a compreender que motivação não é dada pela empresa, motivação vem de dentro e motivo para sermos felizes nós temos de sobra.

Acorde todas as manhã com um sorriso. Esta é mais uma oportunidade que você tem para ser feliz.

Seja seu próprio motor de imaginação. O dia de hoje jamais voltará. Não desperdice, pois você nasceu para ser feliz!

Enumere as boas coisas que você tem na vida. Ao tomar consciência do seu valor, você será capaz de ir em frente com muita força , coragem e confiança.

Trace objetivos para cada dia. Você conquistará seu arco-íris, um dia de cada vez. Seja paciente.

Não se queixe do seu trabalho, do tédio, da rotina, pois é seu trabalho que o mantém alerta, em constante desenvolvimento profissional, além disso, o ajuda a manter a dignidade.

Acredite! Seu valor esta em você mesmo. Não se deixe vencer, não seja igual, seja diferente. Se nos deixarmos vencer, não haverá surpresas, nem alegrias.

Conscientize-se que a verdadeira felicidade está dentro de você. A felicidade não é ter ou alcançar, mas, sim, dar. Estenda sua mão.

O importante de você ter uma atitude positiva diante da vida, ter o desejo de mostrar o que tem de melhor, é que isso produz maravilhosos efeitos colaterais. Não só cria um espaço feliz para os que estão ao seu redor, como também encoraja outra pessoas e serem mais positivas.

O tempo para ser feliz é agora.

O lugar para ser feliz é aqui!

Eu confio em você!