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Modelo De Currículo Profissional Para Word - Como Fazer um Currículo de Sucesso

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Para baixar basta acessar Modelo De Currículo Profissional Para Word

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Deus te abençoe sempre!
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52 Dicas para passar em Provas e Concursos

52 Dicas para passar em Provas e Concursos



Confira uma seleção de dicas muito úteis sobre como passar em concursos públicos!


1. ATENÇÃO: SE VOCÊ NÃO SEGUIR ESSAS DICAS... ALGUÉM SEGUIRÁ!


2. A HORA É AGORA!

Não se deixe enganar. A vida passa rapidamente. Não podemos ficar
perdendo tempo para realizar nossos sonhos. Se você pensa que concurso é
como carnaval, que acontece todo ano, você acabará passando muitos
carnavais e aniversários vendo seus amigos comemorarem o sucesso na
faculdade, enquanto você fica de fora vendo o bonde passar. Não deixe
para amanhã quando você pode passar hoje!

3. PASSAR NO CONCURSO É UM OBJETIVO DE VIDA

Se quiser passar no vestibular/Concurso, você deve transformá-lo no seu maior
objetivo no momento. Abra mão de uma série de atividades como visitas a
parentes e amigos. A preparação exige uma certa dose de egoísmo.
Ninguém fará a prova por você. Você estará lá sozinho. Quando alcançar
o sucesso, todos elogiarão sua dedicação e força de vontade. Então, mãos à

4. CONSIGA O APOIO DE SUA FAMÍLIA

O seu estudo depende da compreensão e apoio daqueles que o rodeiam.
Quando você passar, todos que vivem com você terão a satisfação de ter
um aprovado dentro do lar. Convença-os disso e de que precisa conseguir o
máximo de tempo para estudar. A aprovação deve ser uma meta e uma
conquista da família. O carinho dos pais e do(a) namorado(a) conforta e
diminui o estresse.

5. NÃO DÊ ATENÇÃO A BOATOS

Quase todo concurso gera a proliferação de histórias fantásticas: há pessoas
que compraram as vagas, o gabarito vazou... Não perca tempo com esses
boatos, preocupe-se somente com o concurso. Não dê ouvidos a
comentários que possam desmotivá-lo. O importante é continuar
estudando. Faça a sua parte!

6. SACRIFIQUE ALGUMAS ATIVIDADES

Se você nada, faz inglês, dá aula de catecismo e trabalha voluntariamente
em um hospital, você não terá tempo para estudar. Abandone tudo o que
puder. Deixe todas essas atividades - e muitas outras para depois da prova.
Mas, até lá, só deve haver uma meta: o concurso! Não considere o concurso
como mais uma atividade, ele deve ser a atividade!

7. FIQUE POR DENTRO

No concurso costumam aparecer questões sobre atualidades, inclusive como
tema de redação. Preste atenção nos fatos econômicos, acontecimentos
políticos e sociais mais recentes, tais como conflitos raciais, religiosos e
culturais. Para se manter bem informado, leia boas revistas e um bom
jornal em sua cidade. Atualmente o poder está nas mãos daqueles que
detêm a informação. No concurso não é diferente. Fique ligado!

8. SEJA CHATO

Época de preparação para o concurso é um período de total dedicação.
Então: só fale no concurso; só pense no concurso; sonhe com o concurso;
alimente-se do concurso; viva para o concurso; Depois, quando você
passar, todos dirão que fez a coisa certa e será considerado um cara
superinteligente e superlegal.

9. SAIBA INVESTIR

Não pense em comprar milhares de livros, apostilas e toda a parafernália à
disposição no mercado de concursos. Não compre por ser barato; compre
por ter um bom texto explicativo, por ser atualizado e por conter questões
de concursos. Compare as opções e escolha pelo critério qualidade. Peça
opinião ao seu professor quanto ao material que deseja adquirir. Material
não é custo, é investimento!

10. ESTUDAR PARA CONCURSOS PÚBLICOS, ENEM E VESTIBULAR É UMA ATIVIDADE PENOSA

Estudar requer dedicação, paciência e zelo. Isso significa frequentar
cursinhos, perder festas, ficar trancado em um quarto por horas a fio,
enquanto o Sol brilha lá fora e seus amigos o chamam para sair. Todavia,
há uma recompensa, que será comemorada com uma festa maior que todas
que você perdeu. Esse é o sacrifício para a conquista do seu futuro!

11. NÃO DESPERDICE O SEU TEMPO

Todo minuto é precioso numa preparação para o concurso. Abra mão das
atividades que o afastarem excessivamente do estudo. Relaxar é preciso,
mas da forma adequada. Ir a festas e chegar de madrugada pode fazê-lo
perder boa parte do dia seguinte. Prefira atividades leves, que distraiam a
sua mente sem estressá-lo ou sujeitá-lo a esforços físicos exagerados. Não
perca tempo! Otimize seu dia!

12. NÃO MENOSPREZE OS OUTROS CANDIDATOS

Às vezes, os candidatos ao nosso redor não estão se dedicando e achamos
que o concurso será fácil. Não se iluda! Pelo Brasil afora são milhares de
candidatos e muitos seguem dicas de como as que você está lendo. Então,
cuidado, não pense que é o único que está verdadeiramente querendo
passar em concurso. Estude pois: Há muitos que também estão
empenhados!

13. TENHA PACIÊNCIA

As coisas quase nunca acontecem na velocidade de desejamos. Assim, para
manter seu ânimo, enfrente com paciência as adversidades que forem
surgindo, tais como demora na entrega de livros que pedimos pelo correio,
uma "perda de tempo" muito grande para absorvermos determinados
assuntos, o ritmo de certas matérias do cursinho... Encare com naturalidade
essas coisas e procure administrá-las da melhor maneira possível.

14. DIGA NÃO ÀS DROGAS

Não use artifícios químicos para se manter acordado estudando ou se
acalmar na hora da prova. Esses elementos podem diminuir sua capacidade
de concentração, bem como sua capacidade de aprendizado. Assim, se tiver
sono, tome um banho ou faça alguns exercícios de alongamento. Não
brinque com sua saúde nessa fase de preparação. No dia de prova você
precisa estar 100%! Portanto, pense bem antes de ingerir doses cavalares de
café, guaraná ou calmantes.

15. FUJA DA TELEVISÃO

Cuidado: a telinha tão amiga pode tomar tempo demais. Você sabe que é
impossível assistir, caiu na armadilha: "só mais esse programa". Não se
deixe levar. Você precisa de tempo e de estar descansado. Se você for
viciado em futebol ou novela, discipline-se, só assista ao compacto do jogo
ou peça que contem o capítulo da véspera. TV - quanto menos, melhor!

16. MAS NÃO FUJA TANTO

Já vimos que nesse período de preparação para concurso, todo tempo deve
ser aproveitado. Portanto, se você insiste em ver televisão, aproveite para
acordar mais cedo (cinco ou seis da manhã, que tal?) e assista às aulas do
telecurso. Outra boa idéia é alugar fitas de vídeo didáticas. Essas são
algumas maneiras de relaxar aprendendo.

17. ENCONTRE GUIAS DE ESTUDO

Muitas vezes, em meio ao milhão de matérias qque precisamos estudar,
ficamos baratinados, sem saber por onde começar. Um cursinho pode ser
uma boa saída, pois dita um ritmo e direciona o estudo. Mesmo que não
cubra todos os detalhes, mostra o que deve ser estudado e aprimorado em
casa. Em um cursinho, você conhecerá pessoas que poderão indicar livros e
lhe fornecer provas já realizadas e novos exercícios.

18. PROGRAME O SEU DIA-A-DIA EM FUNÇÃO DO CONCURSO

Não perca aulas do cursinho ou colégio devido a outras obrigações. O
tempo planejado de estudo e as aulas são o que há de mais importante no
momento. Comprometa horários do seu dia para estudar. Não abra
exceções. Fuja daquelas idéias: "só hoje..."; "isso só acontece uma vez por
ano...". Esse esforço é o preço do sucesso. O seu dia e sua rotina devem ser
planejados para que você obtenha o máximo de tempo possível para
estudar. A conquista do seu futuro!

19. NÃO SE APRESSE

Estudar sempre que pode não significa ler mil páginas por semana. Seja
incansável, mas não apressado. Leia com calma, entenda os conceitos,
resolva muitas questões sobre cada tema. Preocupe-se em assimilar as
informações, não apenas em obtê-las. Assim, seu objetivo deve ser
aprender e não acabar o livro. Leia com atenção linha a linha e faça
resumos: Apreenda o que você estudou!


20. SEJA UM POUCO ANTI-SOCIAL

Aprenda a recusar convites. Não se sinta obrigado a almoçar com colegas
ou coisas do gênero. Não importa que o chamem de estranho. Quando
passar no concurso, virará excêntrico. Não importa que o chamem de
neurótico: é melhor ser um neurótico aprovado do que um suposto normal
frequentando o cursinho de novo...


21. SEJA EGOÍSTA (OU QUASE...)

Deixe por uns tempos de visitar parentes distantes, perca festas familiares e
reuniões do gênero. Concurso não rima com badalação. Nessa etapa da
vida, você não pode se dar o luxo de se preocupar demais com o sentimento
alheio. Preocupe-se com o estudo! Se os amigos insistirem, prometa-lhes
um churrasco de comemoração quando sair a lista de aprovados com o seu
nome. Se forem de fato amigos seus, eles o entenderão.


22. ESTUDAR SOZINHO?

Professores e colegas podem ajudá-lo, mas você precisa de um tempo para
estudar sozinho. Há detalhes da matéria que necessitam de amadurecimento
e só são de fato apreendidos através de uma análise individual. Por outro
lado, pode ser interessante manter um pequeno grupo (até três pessoas)
para resolver e discutir exercícios. Um grupo empenhado funciona como
um elemento motivador, que auxilia a manutenção do ritmo e do interesse.

23. SEJA CONFIANTE

Da mesma maneira que não podemos desprezar nossos concorrentes, não
devemos nos achar incapazes. Não tenha pena de você. Mergulhe de
cabeça no concurso, valorize sua capacidade e acredite no seu potencial.
Se não acreditar em você, ficará mais complicado envolver sua família e
seus amigos no processos de preparação. Sendo confiante, conseguirá
preservar e ganhará paciência para enfrentar as dificuldades que surgirem.


24. DIGA-ME COM QUEM ANDAS

Procure, nesta etapa de preparação, ter amigos com o mesmo objetivo.
Vocês servirão de apoio uns para os outros e poderão se reunir para discutir
exercícios. Dividirão os problemas, compartilhando o que há em bom e
ruim nesta fase da vida de vocês. Forme um círculo de amizades que o
ajude a estudar e o afaste de distrações inúteis.

25. DESCUBRA SEU CAMINHO

Cada pessoa tem características diferentes, que determinam quais os
melhores meios de se colher e assimilar informações. Se perceber que suas
táticas de estudo estão falhando, tente outros métodos. Há pessoas que
aprendem mais ouvindo, outras fazendo resumo, outras através de
associações e algumas comparando situações opostas. Não existe um meio
perfeito para todos. Encontre seu método e seu horário para otimizar o
aprendizado.

26. JUNTE-SE AOS MELHORES

Não se compare com aqueles que não têm chance. Não adianta estar entre
os 30% melhores. Você deve fazer parte do grupo de elite. Se fizer
simulados, compare-secom os primeiros lugares. Converse com os
melhores alunos do seu cursinho: veja como eles estudam, o material que
usam. Entre para o grupo deles. Quando atingir esse nível, você também
será procurado por todos da turma. Isso é sinal de que tem grande chance!


27. TENHA DISCIPLINA

Procure fazer um planejamento, de modo a obter um ritmo de estudo
progressivo. Organize seu material, prepare-se para uma rotina bem
marcada. Terá que estudar todos os dias por longo período. Se um certo
cansaço bater, resista. Não exagere em festas ou reuniões. Poupe energia
para seu estudo. Valorize o seu dia. Seja moderado, procure maneiras
rápidas de descansar a mente. E, acima de tudo: Mantenha o ritmo!

28. ESTABELEÇA UM MERCADO DE INFORMAÇÕES
Não seja o bonzinho da turma. Não seja aquele que traz as novas, os
exercícios e os bons livros. Compartilhe as informações com aqueles que
compartilham com você. Deve haver uma relação de troca. Não procure, da
mesma forma, só sugar. Isso o afasta das pessoas que possuem os mesmos
objetivos que você e que, certamente, poderiam ajudá-lo.

29. GANHE O SEU DIA, NÃO PERCA A SUA NOITE.

Para ser aprovado no concurso, não é necessário passar a noite em claro,
debruçado sobre os livros, acumulando mau humor e olheiras. Por que não
estudar de dia, reservando a noite para dormir e, quem sabe, sonhar com a
aprovação? Descansado você certamente aumentará a capacidade de
aprender. No entanto, há pessoas que estudam melhor à noite. Se você for
uma dessas pessoas, avalie melhor sua rotina para poder desfrutar de longas
madrugadas junto aos livros.

30. NÃO DESPREZE DISCIPLINA ALGUMA

A sua aprovação depende do sucesso em todas as disciplinas. Não pense
que uma disciplina de pouco peso não deva ser estudada. Todo ponto é um
passo rumo à sua conquista. Notas altíssimas em poucas disciplinas não
irão suprir pontos que perderá em uma disciplina que desconheça. Por não
estudar determinada matéria, você perderá muitos pontos fáceis e poderá
perder sua vaga!

31. TODO LUGAR É LUGAR

Não perca oportunidade de estudar. em filas de banco, no ônibus, nos
intervalos do trabalho, no banheiro: toda hora é uma boa hora. Sempre
tenha à mão algum material. Deixe uma apostila no porta-luvas, carregue
uma pasta com alguns exercícios, mantenha um livro na gaveta do
escritório. Você nunca sabe quando aparecerá um tempinho: aproveite-o!
Em um mês, 15 minutos por dia representam mais de 7,5 horas!

32. FAÇA EXERCÍCIOS

Faça exercícios, faça muitos exercícios. Faça tantos quanto puder. As
provas seguem padrões de questões e exigem rapidez. Por isso, esteja
sempre procurando por novos exercícios, especialmente os que já caíram
em concursos anteriores. À medida que for fazendo os exercícios, aprenderá
a linha de raciocínio da instituição que prepara as provas e isso o ajudará a
selecionar a melhor entre algumas alternativas aparentemente corretas.


33. SEJA SELETIVO

Descubra quais são as matérias em que você pode evoluir mais e fazer mais
pontos. Estudar o que se sabe menos é desgastante, porém pode ser bem
mais lucrativo do que refinar conhecimentos nos campos em que já se
possui uma certa qualificação e se tem muitos pontos garantidos. Vá em
frente e não deixe que as matérias que você desconhece o assustem.


34. SEJA UM DECORADOR

Transforme as paredes e portas de seu quarto em um imenso painel,
colocando trechos e fórmulas das disciplinas para memorizar. O contato
diário com essa nova decoração irá ajudá-lo a fixar a matéria e espantar o
fantasma do "não consigo decorar". Use durex, cola, o que for preciso.

35. ENCONTRE SUA MANEIRA DE RELAXAR

Cada um possui uma maneira própria de relaxar. Evitar exercícios físicos
pesados ou atividades que possam deixá-lo exausto. Dê preferência a
atividades leves, como caminhadas, que ajudam a oxigenar melhor o
cérebro. Chegando em casa, tome um com banho, vista uma roupa leve,
procure seu ninho e... Bom estudo!

36. NUNCA É SUFICIENTE

Nunca pense que já estudou o bastante. Assim, estude mais e mais. Se o seu
concorrente disser que só estuda duas horas por dia fique feliz: ele não é
seu concorrente! Pode ter certeza que aqueles que estão se preparando
seriamente estudam de quatro a oito horas por dia. Interesse-se pelos
assuntos, queira saber sempre mais. Você só descobrirá se sua preparação
foi suficiente no dia da prova. Seja incansável na busca pelo menos de se
superar.

37. MANTENHA O SONHO VIVO

Se você está prestando concurso, deve haver uma boa razão para isso.
Apóie-se nesse motivo para encontrar forças e superar suas dificuldades. Se
estiver cansado, abatido ou desanimado por um problema qualquer, pense
no aspira, no que deseja, no que o faz estudar... Deixe-se envolver por essa
imagem de um futuro promissor, se entusiasme com seu próprio sonho. À
medida que ele for se apoderando de você, mais energia você terá para
estudar.


38. DIMINUA O RITMO NA VÉSPERA

Faltando um ou dois dias paa o dia D, você não conseguirá aprender tudo
que ainda não viu. Chegou a hora de começar a relaxar e de arejar a mente.
Repasse os tópicos sem pressa e superficialmente. Evite atividades que
exijam muita concentração e uma atenção redobrada. Essa capacidade é
extremamente importante para uma boa prova.


39. TEXTOS: LEIA PRIMEIRO AS QUESTÕES

Normalmente, um texto se refere a várias questões. Antes de ler os longos
textos que se apresentam, descubra os pontos que merecem especial
atenção na leitura. Muitas questões sequer exigem a leitura integral do
texto ou do entendimento de todas as passagens. Seja objetivo: A sua meta
é acertas as questões.

40. LEIA ATENTAMENTE AS QUESTÕES

Muitas vezes a resposta está no próprio enunciado ou em questões
seguintes. Por isso, é necessário a máxima atenção. A perfeita interpretação
da questão é fundamental para sua resolução. Quando dor passando pelas
questões, não tente lê-las rapidamente para ganhar tempo. Leia-as com
calma e atenção. Assim, aumentará muito as chances de acerto.

41. NÃO SE APAVORE

No começo do ano, não se angustie com a quantidade de matéria que terá
que estudar. Sendo calmo, poderá fazer um bom planejamento. Quando
estiverem faltando um ou dois meses, não entre em pânico. Isso não
ajudará em nada. Concentre-se para conseguir ler com atenção as suas
apostilas e livros. É hor para seriedade e otimismo - afinal, o vestibular está
chegando e fica cada vez mais concreta a perspectiva de você ser aprovado
e conquistar sua vaga no futuro.

42. NÃO ESTACIONE EM QUESTÕES

Cuidado: se você não souber uma questão, deixe-a para depois. Não fique
gastando minutos preciosos para ganhar apenas um ponto (isso se não
acabar errando de qualquer maneira). Seu subconsciente continuará
processando a questão enquanto você enfrenta as outras. À medida que a
priva for se desenvolvendo, as pendências poderão se resolver. Deixe as
questões difíceis para o final; garanta pontos importantes com as fáceis.

43. NÃO BRIGUE COM AS QUESTÕES

Uma prova tem questões mais fáceis e mais difíceis. Várias são ridículas.
Não perca tempo com elas. Há pegadinhas, mas não deixe neurotizar por
isso nem pense que a prova inteira é composta de pegadinhas. As provas
seguem ideologias e obedecem a padrões de respostas. Não discuta se isso
é certo ou errado. Diga "amém" e marque a resposta que julga conveniente
correta. Não reclame dos elaboradores da prova. Adapte-se!

44. CONHEÇA O LOCAL ANTES DA PROVA

Visite o local da prova alguns dias antes. Se a prova for em uma cidade
diferente da sua, vá com certa antecedência, encontre lugares confiáveis
para comer e um bom alojamento. No local da prova, procure observar se
há fontes de barulho, problemas com iluminação e o tipo das carteiras.
Envolva-se com o ambiente; isso lhe dará uma sensação se segurança e
conforto.


45. NÃO CHEGUE EM CIMA DA HORA

Alguns candidatos não gostam de chegar com muita antecedência. Tenha
em mente, no entanto, que o horário de fechamento dos portões é rigoroso.
Procure estar no local com uma certa folga e leve algo para companhia e da
conversa dos "experientes", que ficam fazendo terrorismo antes da prova na
sala. Se eles fossem tão bons quanto dizem, já teriam passado em muitos
concursos e não estariam ali.

46. ESTABELEÇA-SE COM CONFORTO NO LOCAL EM QUE FARÁ A PROVA

Muitas vezes não fazemos a prova em nossa cidade. Assim, planeje com
antecedência sua ida. Reserve passagem e hotel. Se possível, chegue alguns
dias antes na cidade e descubra locais para almoçar e jantar. Ao chegar na
cidade, ajuste o relógio para o fuso horário local. Converse com um taxista,
enfim, procure fazer de tudo para ter certeza de que estará no local da prova
sem problema algum e sem estar sujeito a surpresas de última hora.


47. O FISCAL NÃO É INIMIGO (NEM AMIGO)

Chegando à sala da prova, cumprimente o fiscal, sem se mostrar
extrovertido demais. Seja educado e, em hipótese alguma, discuta com ele.
Isso lhe trará prejuízo. Ele pode acabar dificultando pequenas coisas. Não
tente ficar amigo, senão ele pode querer, inconscientemente até, observá-lo,
a fim de descobrir se vocês está indo bem ou não. Essa proximidade pode
tirar sua concentração.


48. NÃO TENHA MEDO DE SER EXAGERADO

Para o dia da prova, compre todo o material que achar necessário. Leve
quantas canetas, lápis e grafite achar conveniente. Material pode sobrar,
jamais faltar! Se for errar quanto ao dimensionamento da quantidade de
material, água, etc., erre pra mais. Leve algodão ou mesmo protetores
auriculares. Nunca sabemos quando o barulho pode começar...

49. NÃO CORRA O RISCO DE SE ATRASAR NA MATÉRIA

Às vezes, quando nos defrontamos com tópicos complicados, ficamos
inventando desculpas para interromper nosso estudo. Assim, começamos a
estudar e, em dois minutos, resolvemos tomar um copo d'água; voltamos e,
logo em seguida, lembramos que tínhamos de ligar para algum amigo...
Não faço isso. Não fique perdendo seu tempo. Enfrente os tópicos que lhe
causam problemas!


50. CURTA A PROVA

Não se apresse, não queira se livrar da prova. Passe e repasse as questões.
Há tempo suficiente, por isso não se apresse e não se precipite. Por outro
lado, equilibre o tempo de resolução. Resolva todas as questões óbvias e
fáceis. Deixe as difíceis para depois. Controle o tempo para poder tirar o
máximo proveito de seu breve relacionamento com a prova.


51. A PROVA É DIFÍCIL PARA TODOS

Se começar a resolver a prova e achá-la mais difícil do que esperava, não
entre em pânico. Ela estará difícil para todos. Normalmente aqueles que
acham a prova muito fácil é porque nem conseguiram perceber do que,
verdadeiramente, tratavam as questões. Então não esqueça: A prova é igual
para todos.

52. NÃO SE DEPRIMA...

Uma vez que a prova terminou, esqueça-se dela. Evite pensar e,
especialmente, conversar sobre o tema. Não terá nada a ganhar com isso.
Pense no que virá. Não se torture com o que passou. Não dê atenção
àqueles que dizem que a prova estava fácil. Normalmente, quem fala
demais sabe de menos. Não deixe se impressionar ou deprimir por esses
comentários de concorrentes que só querem fazer terrorismo e tirar um
pouco de sua calma.

BOA SORTE !!!

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5 Dicas sobre como passar em concursos públicos

Confira 5 ótimas dicas sobre como passar em concursos públicos!



DICA 01 - PLANEJAMENTO

Defina exatamente o que você quer, antes de começar uma caminhada, deve-se saber qual será o
destino. Primeiro, escolha o cargo desejado, consulte editais anteriores e traçe seus objetivos.
Planeje sua preparação e seus horários de estudo, decida quais serão os métodos utilizados,
programe simulados e revisões e busque todas informações possíveis sobre como conquistar o
cargo desejado.

DICA 02 - MÉTODO DE ESTUDO

Não adianta estudar sem critérios ou métodos adequados, é melhor 1 hora de estudo bem
aproveitado do que 3 horas de estudo sem concentração, disperso e fora de foco. Procure estudar
sempre em um horário específico, com ambiente calmo e com materiais adequados. Identifique
qual é a sua melhor maneira de absorção da matéria, seja lendo em voz alta, fazendo resumos
ou estudando em grupos e em cursos preparatórios.

DICA 03 - DISCIPLINA

Estabeleça datas e horários específicos para seus estudos e lazer. Cumpra rigorosamente todo o
seu planejamento, desta forma você não se sentirá perdido e nem arrependido por ter deixado de
fazer alguma coisa. Lembre-se que muitos tem o mesmo desejo que você e que só quem tiver
muito esforço e dedicação chegará lá. Então tenha muita determinação em passar e pratique sua
autodisciplina para conquistar o seu objetivo.

DICA 04 - MOTIVAÇÃO

A motivação é fundamental, não é fácil continuar com a mesma motivação durante várias
semanas ou meses, principalmente quando há algumas derrotas e tropeços no caminho. A
motivação é particular e depende de você, procure formas de se motivar, pense em coisas
positivas que acontecerão com você quando conseguir sua aprovação.

DICA 05 - PERSEVERANÇA

Muitos acham difícil começar uma caminhada, mas na verdade começar qualquer coisa é fácil,
difícil é perseverar e continuar, mesmo quando tudo dá errado, quando muitos não acreditam e
quando tudo parece só um sonho. O importante é sempre ir em frente, sem olhar pra trás e
focando sempre no objetivo, com persistência e muita força de vontade. Aprenda com seus erros
e continue, nunca desista que um dia você chega lá.
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Avaliação da Redação - Os Cinco Pecados Capitais

Veja os equívocos apontados por organizadores de concursos e vestibulares como os mais cometidos pelos candidatos.


1) Ordenação das ideias

A falta de ordenação é um erro comum e indica, segundo os organizadores de vestibulares, que o candidato não tem o hábito de escrever. O texto fica sem encadeamento e, às vezes, incompreensível, partindo de uma ideia para outra sem critério, sem ligação.


2) Coerência e coesão


Em muitas redações, fica evidente a falta de coerência: o candidato apresenta um argumento para contradizê-lo mais adiante. Já a redundância denuncia outro erro bastante comum: falta de coesão. O candidato fica dando voltas num assunto, sem acrescentar dado novo. É típico de quem não tem informação suficiente para compor o texto.


3) Inadequação


A inadequação é um tipo de erro capaz de aparecer inclusive em redações corretas na gramática e ortografia e coerentes na estrutura. Nesse caso, os candidatos costumam fugir ao tema proposto, escolhendo outro argumento, com o qual tenham maior afinidade. O distanciamento do assunto pode custar pontos importantes na avaliação.


4) Estrutura dos parágrafos


Muitos dos candidatos têm demonstrado dificuldade em separar o texto em parágrafos. Sem a definição de uma ideia em cada parágrafo, a redação fica mal-estruturada. Um erro muito comum, nesse caso, é cortar a ideia em um parágrafo para concluí-la no seguinte. Ou, então, deixar o pensamento sem conclusão.


5) Estrutura das frases


Erros de concordância nos tempos verbais, fragmentação da frase, separando sujeito de predicado, utilização incorreta de verbos no gerúndio e particípio são algumas das falhas mais comuns nas redações. Esses erros comprometem a estrutura das frases e prejudicam a compreensão do texto.

Fonte: http://www.soportugues.com.br/secoes/Redacao/Redacao4.php
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Dicas de como se comportar quando se fica desempregado

Dando a volta por cima...



Espero que minha experiência nesta área possa ajudar àqueles que em algum momento passar pela situação de estar fora do mercado de trabalho, por qualquer motivo que seja.

Sempre acreditei que pessoas competentes e com vontade de trabalhar não ficam sem trabalho. Também tenho a certeza que as coisas só podem ser boas para os dois lados envolvidos.

Ocupava eu a posição de gerente administrativa e comercial de uma indústria de montagem de painéis elétricos em Contagem MG, já a 4 anos.

Fizemos uma excelente venda, porém o cliente só pagou 50% do que devia gerando com isso enormes problemas financeiros.

Reunimo-nos para decidir as medidas a tomar para passar por esta tempestade.

Precisávamos cortar despesas e o setor onde estas eram mais altas eram no setor de pessoal, naquele momento cabeças precisavam rolar.


Após diversas considerações, principalmente o fato de termos nossa capacidade de industrialização em seu melhor momento, com muitos pedidos em casa, cheguei à conclusão que a pessoa que deveria ser dispensada era eu mesma.

Não tinha medo disso e naquele momento era o melhor para a empresa. Vejam acima, no segundo parágrafo, algumas de minhas crenças.

Estava estruturando a empresa para sair e montar uma filial em Salvador, já que meu maior objetivo era voltar para a Bahia, terra que havia me apaixonado quando morei lá. Sem grana a empresa não poderia montar esta filial. Havia implantado a ISO 9001, um depto. de vendas e diversos processos que indicavam que a empresa poderia andar sem minha presença.

É claro que mesmo ganhando bem tinha certeza que dava lucro para a empresa, mas o meu era o maior salário e cortando este daria certa folga naquele momento crítico.

E aí o que fazer desempregada? Nem no sonho imaginava que isto iria acontecer... Vejam como foi isso:

Primeiro precisava assimilar a idéia, e isto teria que ser rápido;

Depois pensar no que tinha que pagar. Tinha diversos compromissos financeiros: duas filhas na faculdade (o ex-marido, pai das duas não ajudava em nada) estava fazendo MBA por conta própria no IBMEC, pagava prestação de carro, de apartamento, ajudava meus pais. Enfim as despesas eram grandes;

Estudar minha situação financeira para ver como cumprir com os compromissos. Não tinha carteira assinada, portanto nada de FGTS. Se eu estava saindo porque a empresa estava com problemas financeiros é claro que meu acerto foi com pagamentos parcelados.

Isto sem falar que boa parte de meu pagamento era comissão, e a parcela referente à venda que causou tudo isto foi por água abaixo na parte que não haviam recebido e eu já contava com tal comissão;


Planejar o que fazer naquele momento, como chegar ao futuro sem muita dor de cabeça;

Estruturar-me emocionalmente para ficar um tempo em casa. Tinha 47 anos, o que sabia iria dificultar minha entrada nas empresas.

Aí fiz o seguinte:

Tinha consciência que ficar em casa sem fazer nada iria com certeza abaixar meu moral e aumentar minhas preocupações.

Precisava urgentemente ter alguma atividade para o período sem emprego.


Como tinha planejado ser palestrante quando me aposentasse, ou seja, deixasse de trabalhar só para uma empresa por vez, pensei que estava na hora de planejar melhor tal atividade.

Rapidamente enxerguei que para conseguir ter sucesso nesta atividade precisava escrever um livro, o que me daria muito mais credibilidade.

Assim, durante dois meses procurei algumas pessoas que poderiam me ajudar a me recolocar no mercado e escrevi um livro. Foi uma experiência fantástica, ler livros novos, reler outros que achava importantes, pesquisar na internet e em bibliotecas.

Enfim, quando vi estava com um emprego arrumado e há dois meses trabalhando uma média de 16 horas por dia de domingo a domingo escrevendo o livro.

Deixo as seguintes dicas:

Primeiro não se deixe abater pelo desespero, as empresas não querem saber que você precisa delas, querem saber o que pode fazer por elas;

Saiba que empresas que só empregam pessoas que estão precisando de trabalho, aqueles coitadinhos, não querem pagar o que valem. Empresas que querem profissionais competentes e que pagam o que estes merecem, buscam no mercado aqueles que podem ajudá-las a crescer;

Jack Welch, ex CEO da GE e considerado o maior executivo do século passado, diz que 10 % dos profissionais nas organizações estão prontos para serem mandados embora. Então, se você foi dispensado porque a empresa precisava diminuir o número de colaboradores em algum momento de crise, provavelmente fazia parte destes 10%. As estrelas, aquelas que ajudam a empresa a ir para frente ficam.

Mesmo em momentos de crise. Analise onde errou. Veja como estava agindo nos últimos tempos em seu trabalho. Aprenda com seu erro!


Organizações precisam dar lucro e, portanto não podem ficar olhando o que você fez no passado, precisam ver quais são seus resultados no momento;

Monte uma estratégia para passar pelo processo de seleção. Alguns levam meses e o que mais tira pessoas de vagas onde com certeza poderiam ter sucesso é o lado psicológico e não o conhecimento. Você precisa falar a verdade, mas pode mudar a sua forma de ver esta verdade e assim conseguir reverter a situação. Evite ser um derrotado. Procure mostrar que aprendeu com o erro e cresceu como profissional. Seja um otimista e não um pessimista. Mostre o que pode fazer de bom pela empresa;

Converse com ex-colegas e ex-chefes, descubra onde errou e mude para melhor. Dizem que pau que nasce torto morre torto. Já que você não é pau pode mudar. Só não erra quem não faz!

Coloque o poder de seu subconsciente para trabalhar para você. Imagine como deve ser seu emprego ideal. Peça tudo que achar importante. Acredite, você merece! Só não peça pensando somente em você, porque negócios bons para um lado só, acabam.

Não fique lamentando o que passou, senão não vai enxergar as novas oportunidades que irão aparecer;

Peça ajuda. Procure as pessoas que você acha que pode te ajudar e ofereça trabalho. Mas tome cuidado porque ninguém irá te indicar se não confia em você.

E tenha sucesso!

Sonia Jordão

 
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Como Calcular a Potência Real da Fonte de Energia do PC

Fonte de Potência Real - Como Calcular


Dicas - Eletricidade Básica para Computadores
Com os computadores modernos consumindo cada vez mais energia, a escolha de uma boa fonte de alimentação passou a ser crucial na hora de comprar um micro de alto desempenho. Para a nossa sorte existem no mercado várias fontes de alimentação de boa qualidade, tais como OCZ, Thermaltake, Cooler Master e Seventeam, só para citarmos algumas das marcas presentes em nosso mercado.

* As fontes de alimentação são classificadas de acordo com a sua potência (ex: 250 W, 300 W, 350 W, 400 W, etc), mas o grande problema das fontes de alimentação mais simples é que a sua potência real não é a que está rotulada na fonte. Por exemplo, você pode comprar uma fonte de 400 W mas na realidade ela não ser nem de 350 W. Em bom português, a maioria dos fabricantes de fontes de alimentação "maquia" o valor da potência de seus produtos.
* Se você pesquisar, verá que o preço das fontes "de marca" é maior do que o de fontes "comuns" de mesma potência. A principal razão é que essas fontes mais caras usam em sua classificação a sua "potência real" e não a sua potência "nominal". Nessas fontes mais caras, quando o fabricante diz que ela é de 350 W, ela realmente tem essa potência, ao contrário do que ocorre com as fontes mais baratas.
* Mas como saber qual é a potência real de uma fonte de alimentação? Para isso você precisará fazer alguns cálculos bem simples usando os números presentes na etiqueta que toda fonte de alimentação tem.
* Toda fonte de alimentação possui seis saídas: +3,3 V, +5 V, +12 V, -5 V, -12 V e +5 VSB (também chamado "standby"). Nesta etiqueta há descrita a corrente que cada uma dessas saídas é capaz de fornecer. A corrente é dada em uma unidade chamada Ampère (A). Para saber a potência que cada uma dessas saídas fornece, basta multiplicar a tensão (em volts) pela corrente (em ampères). No caso das tensões negativas, você não deve considerar o sinal de menos.
* Vamos tomar o exemplo real da fonte Troni PS-400S, que é rotulada como sendo de 400 W. Vamos ver qual é a potência real desta fonte. As suas saídas fornecem as seguintes correntes: 15 A (+3,3 V), 29 A (+5 V), 11,5 A (+12 V), 0,5 A (-5V), 0,5 A (-12 V) e 1,5 A (+5 VSB). Temos então as seguintes potências: 49,5 W (+3,3 V x 15 A), 145 W (+5 V x 29 A), 138 W (+12 V x 11,5 A), 2,5 W (-5 V x 0,5 A), 6 W (+12 V x 0,5 A) e 7,5 W (+5 VSB x 1,5 A).
* Para obtermos a potência total da fonte não podemos simplesmente somar todas as potências individuais porque as fontes de alimentação para PCs usam um conceito chamado potência combinada – aliás, somar todas as potências individuais é uma das formas de se maquiar a potência total da fonte. Para as saídas de +3,3 V e +5 V você deve considerar somente o valor da maior potência entre essas duas saídas (no nosso exemplo, devemos considerar 145 W da saída de +5 V e ignorar o valor 49, 5 W da saída de +3,3 V). Na prática, isso significa somar o valor de todas as potências individuais, ignorando, porém, o valor da potência da saída de +3,3 V.
* Aplicando esta regra, temos que a nossa fonte de alimentação é de 299 W (145 W + 138 W + 2,5 W + 6 W + 7,5 W) e não de 400 W como está rotulada!
* Em sua defesa, os fabricantes afirmam que rotulam suas fontes com a potência "de pico" que elas suportam. Mas, cá entre nós, é só uma justificativa para empurrar um produto mais simples como se fosse um outro mais potente.
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Para gostar de ler: dicas aos iniciantes

Para gostar de ler: dicas aos iniciantes


Foto 1 de 8 - Escolha um assunto que seja interessante para você. Não adianta brigar com as nossas preferências - se você não tem o costume de ler, não adianta tentar começar com O Banquete, de Platão. Gosta de futebol? Que tal começar pela biografia de um grande jogador? Se você ama gatos, talvez um belo exemplar sobre a vida e os hábitos dos bichanos seja sua melhor pedida.

Foto 2 de 8 - Não gostou do livro que começou? Troque! Por que insistir num título que já desagradou nas primeiras páginas. Não se force a nada - pelo menos quando estiver tentando entrar no mundo da leitura. 


Foto 3 de 8 - Revista de fofoca, bula de remédio, embalagem de alimento, gibi, manual de celular. Vale tudo para iniciar o hábito de ler: a dica não é apenas para os temas, mas também para os tipos de ''obras''.


Foto 4 de 8 - É de pequenino... que se forma o hábito da leitura. Se você tem filhos ou convive com crianças, dê uma forcinha: leia com elas, leia para elas, peça para elas lerem. Tudo isso, lógico, de acordo com o conhecimento delas, a idades e os temas que interessem.


Foto 5 de 8 - Descubra quando, onde e como você gosta de ler. Toda forma é válida: em silêncio, deitado, no ônibus, ouvindo música... Cada um tem uma preferência. Pode ser até um exercício de autoconhecimento.


Foto 6 de 8 - Essa é para os educadores: na escola, a leitura não pode ser apenas por obrigação. Reserve espaço no cronograma para que os estudantes possam escolher os livros que preferem (adequando o grau de complexidade). Você vai perceber que eles começarão a desenvolver critérios para as escolhas e tendem a ser tornam bons leitores quando adultos.




Foto 7 de 8 - Frequente bibliotecas. Livro de papel é caro e ocupa espaço - pegar títulos emprestados pode ser uma boa opção para quem está começando. Outra dica são sites que disponibilizam obras para serem baixadas (de graça), como o Cult Vox.


Foto 8 de 8 - Se você prestar atenção, a escrita está em todo canto. É importante mostrar para as crianças o que os educadores chamam de ''função social da escrita''. Faça a lista de supermercado, deixe bilhetes, mostre o letreiro dentro do elevador...

Fonte: http://noticias.uol.com.br/educacao/2011/06/08/habito-da-leitura-cresce-entre-criancas-e-jovens-brasileiros.jhtm
Fotos: Edson Silva, Folhapress, SXC, Raimundo Pacco, Almeida Rocha, Rogério Cassimiro, Marcelo Justo.
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Quem não gosta de ler?

Há quem diga que não gosta de ler, porém a leitura está aí ao nosso redor e não existe alguém que não lê absolutamente nada.

A leitura está por todos os lados, nas placas de transito, nos preços, nos rostos alheios, nos diálogos, tudo é texto, entretanto cada texto tem seu modo de ser lido.
E como não gostar de ler? Este "eu-não-gosto" é uma barreira que a própria pessoa se impõe, ela não percebe ou finge não perceber que lê o tempo todo tudo.
Quando dei aula anos atrás à jovens senhoras, numa escola pública estadual, em um projeto social de minha autoria, sempre explicava isso. Eu dizia: "Vocês todas já sabem ler!"

Ao longo do curso elas percebiam que já sabiam ler mesmo, isso tirava-lhes a barreira do "não-sei" e do "não-gosto", eu tirava-lhes a muleta!
Porque o mais difícil elas já sabem ler: figuras, sinais, expressões, etc.

A Leitura forma o cidadão ano a ano, quanto mais se vive mais se lê! Leitura não é somente livros e textos escritos. Ao longo do seu desenvolvimento, o indivíduo desenvolve seu caráter e tendo quem o ensine a ler o mundo de um ponto de vista moral e ético tornar-se-a um cidadão feliz e próspero mesmo que não seja letrado.

Claro que um dia, acredito, o indivíduo, assim como minhas alunas do projeto social, procurará ajuda para letrar-se. E nesse dia temos que estar preparados.
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O Corvo - Edgar Alan Poe

tradução de Milton Amado



Foi uma vez: eu refletia, à meia-noite erma e sombria,
A ler doutrinas de outro tempo em curiosíssimos manuais,
E, exausto, quase adormecido, ouvi de súbito um ruído,
Tal qual se houvesse alguém batido à minha porta, devagar.
"É alguém ? fiquei a murmurar ? que bate à porta, devagar;
Sim, é só isso e nada mais."

Ah! claramente eu o relembro! Era no gélido dezembro
E o fogo, agônico, animava o chão de sombras fantasmais.
Ansiando ver a noite finda, em vão, a ler, buscava ainda
Algum remédio à amarga, infinda, atroz saudade de Lenora
? Essa, mais bela do que a aurora, a quem nos céus chamam Lenora
E nome aqui já não tem mais.

A seda rubra da cortina arfava em lúgubre surdina,
Arrepiando-me e evocando ignotos medos sepulcrais.
De susto, em pávida arritmia, o coração veloz batia
E a sossegá-lo eu repetia: "É um visitante e pede abrigo.
Chegando tarde, algum amigo está a bater e pede abrigo.
É apenas isso e nada mais."

Ergui-me após e, calmo enfim, sem hesitar, falei assim:
"Perdoai, senhora, ou meu senhor, se há muito aí fora me esperais;
Mas é que estava adormecido e foi tão débil o batido,
Que eu mal podia ter ouvido alguém chamar à minha porta,
Assim de leve, em hora morta." Escancarei então a porta:
? Escuridão, e nada mais.

Sondei a noite erma e tranquila, olhei-a a fundo, a perquiri-la,
Sonhando sonhos que ninguém, ninguém ousou sonhar iguais.
Estarrecido de ânsia e medo, ante o negror imoto e quedo,
Só um nome ouvi (quase em segredo eu o dizia) e foi: "Lenora!"
E o eco, em voz evocadora, o repetiu também: "Lenora!"
Depois, silêncio e nada mais.

Com a alma em febre, eu novamente entrei no quarto e, de repente,
Mais forte, o ruído recomeça e repercute nos vitrais.
"É na janela" ? penso então. ? "Por que agitar-me de aflição?
Conserva a calma, coração! É na janela, onde, agourento,
O vento sopra. É só do vento esse rumor surdo e agourento.
É o vento só e nada mais."

Abro a janela e eis que, em tumulto, a esvoaçar, penetra um vulto:
? É um Corvo hierático e soberbo, egresso de eras ancestrais.
Como um fidalgo passa, augusto e, sem notar sequer meu susto,
Adeja e pousa sobre o busto ? uma escultura de Minerva,
Bem sobre a porta; e se conserva ali, no busto de Minerva,
Empoleirado e nada mais.

Ao ver da ave austera e escura a soleníssima figura,
Desperta em mim um leve riso, a distrair-me de meus ais.
"Sem crista embora, ó Corvo antigo e singular" ? então lhe digo ?
"Não tens pavor. Fala comigo, alma da noite, espectro torvo!"
Qual é teu nome, ó nobre Corvo, o nome teu no inferno torvo!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

Maravilhou-me que falasse uma ave rude dessa classe,
Misteriosa esfinge negra, a retorquir-me em termos tais;
Pois nunca soube de vivente algum, outrora ou no presente,
Que igual surpresa experimente: a de encontrar, em sua porta,
Uma ave (ou fera, pouco importa), empoleirada em sua porta
E que se chame "Nunca mais".

Diversa coisa não dizia, ali pousada, a ave sombria,
Com a alma inteira a se espelhar naquelas sílabas fatais.
Murmuro, então, vendo-a serena e sem mover uma só pena,
Enquanto a mágoa me envenena: "Amigos? sempre vão-se embora.
Como a esperança, ao vir a aurora, ele também há de ir-se embora."
E disse o Corvo: "Nunca mais."

Vara o silêncio, com tal nexo, essa resposta que, perplexo,
Julgo: "É só isso o que ele diz; duas palavras sempre iguais.
Soube-as de um dono a quem tortura uma implacável desventura
E a quem, repleto de amargura, apenas resta um ritornelo
De seu cantar; do morto anelo, um epitáfio: ? o ritornelo
De "Nunca, nunca, nunca mais".

Como ainda o Corvo me mudasse em um sorriso a triste face,
Girei então numa poltrona, em frente ao busto, à ave, aos umbrais
E, mergulhado no coxim, pus-me a inquirir (pois, para mim,
Visava a algum secreto fim) que pretendia o antigo Corvo,
Com que intenções, horrendo, torvo, esse ominoso e antigo Corvo
Grasnava sempre: "Nunca mais."

Sentindo da ave, incandescente, o olhar queimar-me fixamente,
Eu me abismava, absorto e mudo, em deduções conjeturais.
Cismava, a fronte reclinada, a descansar, sobre a almofada
Dessa poltrona aveludada em que a luz cai suavemente,
Dessa poltrona em que ela, ausente, à luz cai suavemente,
Já não repousa, ah! Nunca mais?

O ar pareceu-me então mais denso e perfumado, qual se incenso
Ali descessem a esparzir turibulários celestiais.
"Mísero!, exclamo. Enfim teu Deus te dá, mandando os anjos seus,
Esquecimento, lá dos céus, para as saudades de Lenora,
Sorve-o nepentes. Sorve-o, agora! Esquece, olvida essa Lenora!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta! ? brado. ? Ó ser do mal! Profeta sempre, ave infernal
Que o Tentador lançou do abismo, ou que arrojaram temporais,
De algum naufrágio, a esta maldita e estéril terra, a esta precita
Mansão de horror, que o horror habita, imploro, dize-mo, em verdade:
Existe um bálsamo em Galaad? Imploro! Dize-mo, em verdade!"
E o Corvo disse: "Nunca mais."

"Profeta!" exclamo. "Ó ser do mal! Profeta sempre, ave infernal!
Pelo alto céu, por esse Deus que adoram todos os mortais,
Fala se esta alma sob o guante atroz da dor, no Éden distante,
Verá a deusa fulgurante a quem nos céus chamam Lenora,
Essa, mais bela do que a aurora, a quem nos céus chamam Lenora!"
E o Corvo disse: "Nunca mais!"

"Seja isso a nossa despedida! ? ergo-me e grito, alma incendida. ?
Volta de novo à tempestade, aos negros antros infernais!
Nem leve pluma de ti reste aqui, que tal mentira ateste!
Deixa-me só neste ermo agreste! Alça teu vôo dessa porta!
Retira a garra que me corta o peito e vai-te dessa porta!"
E o Corvo disse: "Nunca mais!"

E lá ficou! Hirto, sombrio, ainda hoje o vejo, horas a fio,
Sobre o alvo busto de Minerva, inerte, sempre em meus umbrais.
No seu olhar medonho e enorme o anjo do mal, em sonhos, dorme,
E a luz da lâmpada, disforme, atira ao chão a sua sombra.
Nela, que ondula sobre a alfombra, está minha alma; e, presa à sombra,
Não há de erguer-se, ai! nunca mais!
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Confusões na nova ortografia ainda permanecem

Embora a Academia Brasileira de Letras (ABL) tenha publicado a segunda edição do “Dicionário Escolar da Língua Portuguesa”, que começou a ser distribuído ontem nas livrarias, algumas dúvidas em relação ao novo Acordo Ortográfico ainda não foram totalmente esclarecidas.

O professor Pasquale Cipro Neto, em sua coluna na Folha de S. Paulo apontou algumas pequenas incoerências. Veja:

Na segunda edição, foram “corrigidas” as discrepâncias, ou seja, sumiu o “h” de “co-herdeiro” (que passou a “coerdeiro”) e sumiu o hífen de “reeleição”. Mas uma olhadinha no texto oficial do “Acordo” basta para que a confusão continue. Está na “Base XVI” (“Do hífen nas formações por prefixação, recomposição e sufixação”): “Nas formações com prefixos (como, por exemplo: ante-, anti-, circum-, co- [...]) em formações (...), só se emprega o hífen nos seguintes casos: a) Nas formações em que o segundo elemento começa por h...”. Para encurtar a conversa, um dos exemplos do texto oficial do “Acordo” é “co-herdeiro” (com hífen e com “h”).

Uma mudança como essa, num país em que as pessoas têm tantas dificuldades com a língua, deveria ter sido mais bem planejada, para que desde que começasse a vigorar a nova ortografia, não restasse nenhuma dúvida. Essas confusões, apesar de pequenas, atrapalham a adaptação. O jeito é seguir o conselho de Pasquale e esperar para não gastar dinheiro à toa.
Baixe aqui o Guia Prático da Nova Ortografia

Se você é um aluno que está com problemas na hora de estudar pode resolver suas dúvidas enviando um e-mail para mim: TathianeRomanelo@gwtr.com.br, ele será respondido neste blog assim que possível.

Tathiane Romanelo é Palestrante e Professora formada em Letras, Profissional em Consultoria Textual, Revisão Gramatical, Orientação Literária, Web Writer, Ghost Writer, Professora de Português/Inglês e respectivas Literaturas, Professora de Secretariado, Professora de Informática, entre outros cursos, Administradora de empresa especializada em Gestão e Produtividade na Empresa.
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Dicas de Redação

Essas dicas tem por objetivo previnir erros desnecessários.

1) São condições de nulidade de redação no Vestibular:
- ser ilegível;
- fugir totalmente ao tema proposto;
- não obdecer aos tipos de composição propostos (narração, dissertação, descrição);
- apresentar 20 ou mais erros de ortografia, 20 ou mais erros de pontuação;
- estar escrita a lápis;
- ser inintelegível.

2) Nunca use em seu texto frases que estavam prontas na orientação apresentada. Isso pode ser considerado plágio e sua redação corre o risco de ser anulada.

3) Gírias ou ditados populares não devem aparecer em sua dissertação (é um caso de plágio também) Caso queira usar, por exemplo: Água mole, pedra dura, tanto bate até que fura; que é um ditado, construa assim: “Como diz o ditado popular: água mole, pedra dura…”

4) Procure não utilizar a primeira pessoa em sua redação, principalmente quando for determinado texto objetivo. A primeira pessoa dá um caráter muito subjetivo ao seu texto, o que de certa forma prejudica sua argumentação.
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Qualquer dúvida mande e-mail para TathianeRomanelo@gwtr.com.br, ela será respondida neste blog. 

Tathiane Romanelo é Palestrante e Professora formada em Letras, Profissional em Consultoria Textual, Revisão Gramatical, Orientação Literária, Web Writer, Ghost Writer, Professora de Português/Inglês e respectivas Literaturas, Professora de Secretariado, Professora de Informática, entre outros cursos, Administradora de empresa especializada em Gestão e Produtividade na Empresa.
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Construção de Parágrafos

Ao desenvolver uma dissertação, é preciso preocupar-se com a função dos parágrafos, além, é claro, da preocupação estética.

A produção não deve ultrapassar cinco parágrafos, cada um com a função abaixo:

Observação: o texto abaixo é para exemplificação da técnica, por isso sua fundamentação é superficial. Ao escrever, explore de forma mais abrangente seus argumentos.

1º. parágrafo - localização de tempo e espaço, reação social e índice de variação do assunto.

Exemplo: O Brasil é um país em que nos últimos anos apresenta um aumento assustador do índice de violência policial, gerando grandes revoltas por parte da população.

2º. parágrafos - pode ser desenvolvido em dois parágrafos. Abrange o “falar a respeito”, que pode ser iniciado a partir das idéias obtidas à pergunta “por quê?”, feita ao tópico frasal.

Exemplo: Os policiais atualmente são vítimas do desinteresse político que julga a preparação integral desses profissionais como uma atividade secundária. (…)3º. parágrafo

4º. parágrafo - exemplificação. Localização de tempo e espaço, reação social e/ou nacional e o fato.


Exemplo: Há cerca de dois anos, a sociedade paulista e também nacional se chocou com o comportamento de policiais militares que usaram do poder que lhes é peculiar, para torturar pessoas inocentes com o objetivo de tirar-lhes dinheiro.


5º. parágrafo - conclusão. Evidencia seu ponto de vista direta ou indiretamente. Use expressões como “é preciso”, “é importante”, “é necessário” para iniciar seu parágrafo conclusivo.

Exemplo: É preciso que o governo assuma verdadeiramente seu papel e crie mudanças de combate à violência, sobretudo, policial. Afinal as pessoas têm direito à uma vida mais digna e tranqüila.
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Articulação de Idéias

Desenvolvendo parágrafos. Uma sugestão:

Cada parágrafo, ao ser desenvolvido, deve ser organizado em torno de certas frases-básicas, que têm as suas funções originais:

Tópico Frasal: é a frase inicial, desenvolvida a partir da temática da orientação. Para se achar a temática de uma orientação, basta resumir o conteúdo principal do tema apresentado.

Frase de desenvolvimento: é desenvolvida a partir das respostas à pergunta “por quê?”, feita ao tópico frasal. Geralmente, um parágrafo se desenvolve com duas ou três dessas frases.

Frase de Conclusão: fecha a idéia do parágrafo. Iniciado por expressões do tipo “é preciso”, “é necessário”; fazendo assim uma relação de análise e solução.

Exemplo: “Viver na cidade tornou-se um grande desafio. A todo momento, as pessoas são vítimas das mais variadas formas de violência. É preciso que o governo se posicione urgentemente e crie medidas que mudem essa situação.”
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Tathiane Romanelo é Palestrante e Professora formada em Letras, Profissional em Consultoria Textual, Revisão Gramatical, Orientação Literária, Web Writer, Ghost Writer, Professora de Português/Inglês e respectivas Literaturas, Professora de Secretariado, Professora de Informática, entre outros cursos, Administradora de empresa especializada em Gestão e Produtividade na Empresa.
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O que é e como se faz um texto dissertativo?

Texto Dissertativo

Dissertar consiste em argumentar em torno de uma idéia, baseando-se em um ponto de vista para fazer defesas ou acusações. Através de fundamentação, um texto dissertativo é construído. Nesse tipo de texto você estará expondo suas idéias sobre um determinado tema. Antes de começar a escrever, é preciso ter em mente qual é o seu principal objetivo e o que você quer provar àquele que está lendo.

A maioria dos vestibulares cobram a dissertação. Trazem uma orientação e a partir dela você cria seu texto. Não fuja do tema proposto e organize seu texto em um rascunho. Fique sempre atento ao que está escrevendo! Coloque-se sempre no lugar do leitor e nunca deixe idéias vagas em seu texto.

Nas próximas postagens acompanhe como se faz um texto dissertativo.
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Coesão e Coerência

Tenho recebido perguntas referentes a redação, como fazer uma redação? o que é coesão e coerência, por isso selecionei uma série de postagens que começam aqui.

Antes de tudo é preciso saber o que é coesão e coerência, pois elas são as principais chaves de qualquer texto.


Coesão - é a ligação existente entre as idéias, feita através de conectivos apropriados, como conjunções, pronomes e artigos. O uso indevido de elementos de ligação e mesmo a má escolha vocabular podem comprometer os processos coesivos do texto.

Coerência - é a relação lógica entre as várias idéias que compõem um texto. O problema básico envolvido na produção da coerência é o do acerto das partes com relação ao todo textual, do ajuste seqüencial das idéias, da progressão dos argumentos, das afirmativas que são explicadas.
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Qualquer dúvida mande sua pergunta pelo formulário de contato, ela será respondida neste site.

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100 Erros Mais Comuns de Português

Erros gramaticais e ortográficos devem, por princípio, ser evitados. Alguns, no entanto, como ocorrem com maior freqüência, merecem atenção redobrada.
Este manual inclui explicações mais completas a respeito de cada um deles. Veja os cem mais comuns do idioma e use esta relação como um roteiro para fugir deles.

1 - “Mal cheiro”, “mau-humorado”. Mal opõe-se a bem e mau, a bom. Assim: mau cheiro (bom cheiro), mal-humorado (bem-humorado). Igualmente: mau humor, mal-intencionado, mau jeito, mal-estar.
2 - “Fazem” cinco anos. Fazer, quando exprime tempo, é impessoal: Faz cinco anos. / Fazia dois séculos. / Fez 15 dias.
3 - “Houveram” muitos acidentes. Haver, como existir, também é invariável: Houve muitos acidentes. / Havia muitas pessoas. / Deve haver muitos casos iguais.
4 - “Existe” muitas esperanças. Existir, bastar, faltar, restar e sobrar admitem normalmente o plural: Existem muitas esperanças. / Bastariam dois dias. / Faltavam poucas peças. / Restaram alguns objetos. / Sobravam idéias.
5 - Para “mim” fazer. Mim não faz, porque não pode ser sujeito. Assim: Para eu fazer, para eu dizer, para eu trazer.
6 - Entre “eu” e você. Depois de preposição, usa-se mim ou ti: Entre mim e você. / Entre eles e ti.
7 - “Há” dez anos “atrás”. Há e atrás indicam passado na frase. Use apenas há dez anos ou dez anos atrás.
8 - “Entrar dentro”. O certo: entrar em. Veja outras redundâncias: Sair fora ou para fora, elo de ligação, monopólio exclusivo, já não há mais, ganhar grátis, viúva do falecido.
9 - “Venda à prazo”. Não existe crase antes de palavra masculina, a menos que esteja subentendida a palavra moda: Salto à (moda de) Luís XV. Nos demais casos: A salvo, a bordo, a pé, a esmo, a cavalo, a
caráter.
10 - “Porque” você foi? Sempre que estiver clara ou implícita a palavra razão, use por que separado: Por que (razão) você foi? / Não sei por que (razão) ele faltou. / Explique por que razão você se atrasou. Porque é usado nas respostas: Ele se atrasou porque o trânsito estava congestionado.
11 - Vai assistir “o” jogo hoje. Assistir como presenciar exige a: Vai assistir ao jogo, à missa, à sessão. Outros verbos com a: A medida não agradou (desagradou) à população. / Eles obedeceram (desobedeceram) aos avisos. / Aspirava ao cargo de diretor. / Pagou ao amigo. / Respondeu à carta. / Sucedeu ao pai. / Visava aos estudantes.
12 - Preferia ir “do que” ficar. Prefere-se sempre uma coisa a outra: Preferia ir a ficar. É preferível segue a mesma norma: É preferível lutar a morrer sem glória.
13 - O resultado do jogo, não o abateu. Não se separa com vírgula o sujeito do predicado. Assim: O resultado do jogo não o abateu. Outro erro: O prefeito prometeu, novas denúncias. Não existe o sinal entre o predicado e o complemento: O prefeito prometeu novas denúncias.
14 - Não há regra sem “excessão”. O certo é exceção. Veja outras grafias erradas e, entre parênteses, a forma correta: “paralizar” (paralisar), “beneficiente” (beneficente), “xuxu” (chuchu), “previlégio” (privilégio), “vultuoso” (vultoso), “cincoenta” (cinqüenta), “zuar” (zoar), “frustado” (frustrado), “calcáreo” (calcário), “advinhar” (adivinhar), “benvindo” (bem-vindo), “ascenção” (ascensão), “pixar” (pichar), “impecilho” (empecilho), “envólucro” (invólucro).
15 - Quebrou “o” óculos. Concordância no plural: os óculos, meus óculos. Da mesma forma: Meus parabéns, meus pêsames, seus ciúmes, nossas férias, felizes núpcias.
16 - Comprei “ele” para você. Eu, tu, ele, nós, vós e eles não podem ser objeto direto. Assim: Comprei-o para você. Também: Deixe-os sair, mandou-nos entrar, viu-a, mandou-me.
17 - Nunca “lhe” vi. Lhe substitui a ele, a eles, a você e a vocês e por isso não pode ser usado com objeto direto: Nunca o vi. / Não o convidei. / A mulher o deixou. / Ela o ama.
18 - “Aluga-se” casas. O verbo concorda com o sujeito: Alugam-se casas. / Fazem-se consertos. / É assim que se evitam acidentes. / Compram-se terrenos. / Procuram-se empregados.
19 - “Tratam-se” de. O verbo seguido de preposição não varia nesses casos: Trata-se dos melhores profissionais. / Precisa-se de empregados. / Apela-se para todos. / Conta-se com os amigos.
20 - Chegou “em” São Paulo. Verbos de movimento exigem a, e não em: Chegou a São Paulo. / Vai amanhã ao cinema. / Levou os filhos ao circo.
21 - Atraso implicará “em” punição. Implicar é direto no sentido de acarretar, pressupor: Atraso implicará punição. / Promoção implica responsabilidade.
22 - Vive “às custas” do pai. O certo: Vive à custa do pai. Use também em via de, e não “em vias de”: Espécie em via de extinção. / Trabalho em via de conclusão.
23 - Todos somos “cidadões”. O plural de cidadão é cidadãos. Veja outros: caracteres (de caráter), juniores, seniores, escrivães, tabeliães, gângsteres.
24 - O ingresso é “gratuíto”. A pronúncia correta é gratúito, assim como circúito, intúito e fortúito (o acento não existe e só indica a letra tônica). Da mesma forma: flúido, condôr, recórde, aváro, ibéro, pólipo.
25 - A última “seção” de cinema. Seção significa divisão, repartição, e sessão equivale a tempo de uma reunião, função: Seção Eleitoral, Seção de Esportes, seção de brinquedos; sessão de cinema, sessão de pancadas, sessão do Congresso.
26 - Vendeu “uma” grama de ouro. Grama, peso, é palavra masculina: um grama de ouro, vitamina C de dois gramas. Femininas, por exemplo, são a agravante, a atenuante, a alface, a cal, etc.
27 - “Porisso”. Duas palavras, por isso, como de repente e a partir de.
28 - Não viu “qualquer” risco. É nenhum, e não “qualquer”, que se emprega depois de negativas: Não viu nenhum risco. / Ninguém lhe fez nenhum reparo. / Nunca promoveu nenhuma confusão.
29 - A feira “inicia” amanhã. Alguma coisa se inicia, se inaugura: A feira inicia-se (inaugura-se) amanhã.
30 - Soube que os homens “feriram-se”. O que atrai o pronome: Soube que os homens se feriram. / A festa que se realizou… O mesmo ocorre com as negativas, as conjunções subordinativas e os advérbios: Não lhe diga nada. / Nenhum dos presentes se pronunciou. / Quando se falava no assunto… / Como as pessoas lhe haviam dito… / Aqui se faz, aqui se paga. / Depois o procuro.
31 - O peixe tem muito “espinho”. Peixe tem espinha. Veja outras confusões desse tipo: O “fuzil” (fusível) queimou. / Casa “germinada” (geminada), “ciclo” (círculo) vicioso, “cabeçário” (cabeçalho).
32 - Não sabiam “aonde” ele estava. O certo: Não sabiam onde ele estava. Aonde se usa com verbos de movimento, apenas: Não sei aonde ele quer chegar. / Aonde vamos?
33 - “Obrigado”, disse a moça. Obrigado concorda com a pessoa: “Obrigada”, disse a moça. / Obrigado pela atenção. / Muito obrigados por tudo.
34 - O governo “interviu”. Intervir conjuga-se como vir. Assim: O governo interveio. Da mesma forma: intervinha, intervim, interviemos, intervieram. Outros verbos derivados: entretinha, mantivesse, reteve, pressupusesse, predisse, conviesse, perfizera, entrevimos, condisser, etc.
35 - Ela era “meia” louca. Meio, advérbio, não varia: meio louca, meio esperta, meio amiga.
36 - “Fica” você comigo. Fica é imperativo do pronome tu. Para a 3.ª pessoa, o certo é fique: Fique você comigo. / Venha pra Caixa você também. / Chegue aqui.
37 - A questão não tem nada “haver” com você. A questão, na verdade, não tem nada a ver ou nada que ver. Da mesma forma: Tem tudo a ver com você.
38 - A corrida custa 5 “real”. A moeda tem plural, e regular: A corrida custa 5 reais.
39 - Vou “emprestar” dele. Emprestar é ceder, e não tomar por empréstimo: Vou pegar o livro emprestado. Ou: Vou emprestar o livro (ceder) ao meu irmão. Repare nesta concordância: Pediu emprestadas duas malas.
40 - Foi “taxado” de ladrão. Tachar é que significa acusar de: Foi tachado de ladrão. / Foi tachado de leviano.
41 - Ele foi um dos que “chegou” antes. Um dos que faz a oncordância no plural: Ele foi um dos que chegaram antes (dos que chegaram antes, ele foi um). / Era um dos que sempre vibravam com a vitória.
42 - “Cerca de 18″ pessoas o saudaram. Cerca de indica arredondamento e não pode aparecer com números exatos: Cerca de 20 pessoas o saudaram.
43 - Ministro nega que “é” negligente. Negar que introduz subjuntivo, assim como embora e talvez: Ministro nega que seja negligente. / O jogador negou que tivesse cometido a falta. / Ele talvez o convide para a festa. / Embora tente negar, vai deixar a empresa.
44 - Tinha “chego” atrasado. “Chego” não existe. O certo: Tinha chegado atrasado.
45 - Tons “pastéis” predominam. Nome de cor, quando expresso por substantivo, não varia: Tons pastel, blusas rosa, gravatas cinza, camisas creme. No caso de adjetivo, o plural é o normal: Ternos azuis, canetas pretas, fitas amarelas.
46 - Lute pelo “meio-ambiente”. Meio ambiente não tem hífen, nem hora extra, ponto de vista, mala direta, pronta entrega, etc. O sinal aparece, porém, em mão-de-obra, matéria-prima, infra-estrutura, primeira-dama, vale-refeição, meio-de-campo, etc.
47 - Queria namorar “com” o colega. O com não existe: Queria namorar o colega.
48 - O processo deu entrada “junto ao” STF. Processo dá entrada no STF. Igualmente: O jogador foi contratado do (e não “junto ao”) Guarani. / Cresceu muito o prestígio do jornal entre os (e não “junto aos”) leitores. / Era grande a sua dívida com o (e não “junto ao”) banco. / A reclamação foi apresentada ao (e não “junto ao”) Procon.
49 - As pessoas “esperavam-o”. Quando o verbo termina em m, ão ou õe, os pronomes o, a, os e as tomam a forma no, na, nos e nas: As pessoas esperavam-no. / Dão-nos, convidam-na, põe-nos, impõem-nos.
50 - Vocês “fariam-lhe” um favor? Não se usa pronome átono (me, te, se, lhe, nos, vos, lhes) depois de futuro do presente, futuro do pretérito (antigo condicional) ou particípio. Assim: Vocês lhe fariam (ou far-lhe-iam) um favor? / Ele se imporá pelos conhecimentos (e nunca “imporá-se”). / Os amigos nos darão (e não “darão-nos”) um presente. / Tendo-me formado (e nunca tendo “formado-me”).
51 - Chegou “a” duas horas e partirá daqui “há” cinco minutos. Há indica passado e equivale a faz, enquanto a exprime distância ou tempo futuro (não pode ser substituído por faz): Chegou há (faz) duas horas e partirá daqui a (tempo futuro) cinco minutos. / O atirador estava a (distância) pouco menos de 12 metros. / Ele partiu há (faz) pouco menos de dez dias.
52 - Blusa “em” seda. Usa-se de, e não em, para definir o material de que alguma coisa é feita: Blusa de seda, casa de alvenaria, medalha de prata, estátua de madeira.
53 - A artista “deu à luz a” gêmeos. A expressão é dar à luz, apenas: A artista deu à luz quíntuplos. Também é errado dizer: Deu “a luz a” gêmeos.
54 - Estávamos “em” quatro à mesa. O em não existe: Estávamos quatro à mesa. / Éramos seis. / Ficamos cinco na sala.
55 - Sentou “na” mesa para comer. Sentar-se (ou sentar) em é sentar-se em cima de. Veja o certo: Sentou-se à mesa para comer. / Sentou ao piano, à máquina, ao computador.
56 - Ficou contente “por causa que” ninguém se feriu. Embora popular, a locução não existe. Use porque: Ficou contente porque ninguém se feriu.
57 - O time empatou “em” 2 a 2. A preposição é por: O time empatou por 2 a 2. Repare que ele ganha por e perde por. Da mesma forma: empate por.
58 - À medida “em” que a epidemia se espalhava… O certo é: À medida que a epidemia se espalhava… Existe ainda na medida em que (tendo em vista que): É preciso cumprir as leis, na medida em que elas existem.
59 - Não queria que “receiassem” a sua companhia. O i não existe: Não queria que receassem a sua companhia. Da mesma forma: passeemos, enfearam, ceaste, receeis (só existe i quando o acento cai no e que precede a terminação ear: receiem, passeias, enfeiam).
60 - Eles “tem” razão. No plural, têm é assim, com acento. Tem é a forma do singular. O mesmo ocorre com vem e vêm e põe e põem: Ele tem, eles têm; ele vem, eles vêm; ele põe, eles põem.
61 - A moça estava ali “há” muito tempo. Haver concorda com estava. Portanto: A moça estava ali havia (fazia) muito tempo. / Ele doara sangue ao filho havia (fazia) poucos meses. / Estava sem dormir havia (fazia) três meses. (O havia se impõe quando o verbo está no imperfeito e no mais-que-perfeito do
indicativo.)
62 - Não “se o” diz. É errado juntar o se com os pronomes o, a, os e as. Assim, nunca use: Fazendo-se-os, não se o diz (não se diz isso), vê-se-a, etc.
63 - Acordos “políticos-partidários”. Nos adjetivos compostos, só o último elemento varia: acordos político-partidários. Outros exemplos: Bandeiras verde-amarelas, medidas econômico-financeiras, partidos social-democratas.
64 - Fique “tranquilo”. O u pronunciável depois de q e g e antes de e e i exige trema: Tranqüilo, conseqüência, lingüiça, agüentar, Birigüi.
65 - Andou por “todo” país. Todo o (ou a) é que significa inteiro: Andou por todo o país (pelo país inteiro). / Toda a tripulação (a tripulação inteira) foi demitida. Sem o, todo quer dizer cada, qualquer: Todo homem (cada homem) é mortal. / Toda nação (qualquer nação) tem inimigos.
66 - “Todos” amigos o elogiavam. No plural, todos exige os: Todos os amigos o elogiavam. / Era difícil apontar todas as contradições do texto.
67 - Favoreceu “ao” time da casa. Favorecer, nesse sentido, rejeita a: Favoreceu o time da casa. / A decisão favoreceu os jogadores.
68 - Ela “mesmo” arrumou a sala. Mesmo, quanto equivale a próprio, é variável: Ela mesma (própria) arrumou a sala. / As vítimas mesmas recorreram à polícia.
69 - Chamei-o e “o mesmo” não atendeu. Não se pode empregar o mesmo no lugar de pronome ou substantivo: Chamei-o e ele não atendeu. / Os funcionários públicos reuniram-se hoje: amanhã o país conhecerá a decisão dos servidores (e não “dos mesmos”).
70 - Vou sair “essa” noite. É este que desiga o tempo no qual se está ou objeto próximo: Esta noite, esta semana (a semana em que se está), este dia, este jornal (o jornal que estou lendo), este século (o século 21).
71 - A temperatura chegou a 0 “graus”. Zero indica singular sempre: Zero grau, zero-quilômetro, zero hora.
72 - A promoção veio “de encontro aos” seus desejos. Ao encontro de é que expressa uma situação favorável: A promoção veio ao encontro dos seus desejos. De encontro a significa condição contrária: A queda do nível dos salários foi de encontro às (foi contra) expectativas da categoria.
73 - Comeu frango “ao invés de” peixe. Em vez de indica substituição: Comeu frango em vez de peixe. Ao invés de significa apenas ao contrário: Ao invés de entrar, saiu.
74 - Se eu “ver” você por aí… O certo é: Se eu vir, revir, previr. Da mesma forma: Se eu vier (de vir), convier; se eu tiver (de ter), mantiver; se ele puser (de pôr), impuser; se ele fizer (de fazer), desfizer; se nós dissermos (de dizer), predissermos.
75 - Ele “intermedia” a negociação. Mediar e intermediar conjugam-se como odiar: Ele intermedeia (ou medeia) a negociação. Remediar, ansiar e incendiar também seguem essa norma: Remedeiam, que eles anseiem, incendeio.
76 - Ninguém se “adequa”. Não existem as formas “adequa”, “adeqüe”, etc., mas apenas aquelas em que o acento cai no a ou o: adequaram, adequou, adequasse, etc.
77 - Evite que a bomba “expluda”. Explodir só tem as pessoas em que depois do d vêm e e i: Explode, explodiram, etc. Portanto, não escreva nem fale “exploda” ou “expluda”, substituindo essas formas por rebente, por exemplo. Precaver-se também não se conjuga em todas as pessoas. Assim, não existem as formas “precavejo”, “precavês”, “precavém”, “precavenho”, “precavenha”, “precaveja”, etc.
78 - Governo “reavê” confiança. Equivalente: Governo recupera confiança. Reaver segue haver, mas apenas nos casos em que este tem a letra v: Reavemos, reouve, reaverá, reouvesse. Por isso, não existem “reavejo”, “reavê”, etc.
79 - Disse o que “quiz”. Não existe z, mas apenas s, nas pessoas de querer e pôr: Quis, quisesse, quiseram, quiséssemos; pôs, pus, pusesse, puseram, puséssemos.
80 - O homem “possue” muitos bens. O certo: O homem possui muitos bens. Verbos em uir só têm a terminação ui: Inclui, atribui, polui. Verbos em uar é que admitem ue: Continue, recue, atue, atenue.
81 - A tese “onde”… Onde só pode ser usado para lugar: A casa onde ele mora. / Veja o jardim onde as crianças brincam. Nos demais casos, use em que: A tese em que ele defende essa idéia. / O livro em que… / A faixa em que ele canta… / Na entrevista em que…
82 - Já “foi comunicado” da decisão. Uma decisão é comunicada, mas ninguém “é comunicado” de alguma coisa. Assim: Já foi informado (cientificado, avisado) da decisão. Outra forma errada: A diretoria “comunicou” os empregados da decisão. Opções corretas: A diretoria comunicou a decisão aos empregados. / A decisão foi comunicada aos empregados.
83 - Venha “por” a roupa. Pôr, verbo, tem acento diferencial: Venha pôr a roupa. O mesmo ocorre com pôde (passado): Não pôde vir. Veja outros: fôrma, pêlo e pêlos (cabelo, cabelos), pára (verbo parar), péla (bola ou verbo pelar), pélo (verbo pelar), pólo e pólos. Perderam o sinal, no entanto: Ele, toda, ovo, selo, almoço, etc.
84 - “Inflingiu” o regulamento. Infringir é que significa transgredir: Infringiu o regulamento. Infligir (e não “inflingir”) significa impor: Infligiu séria punição ao réu.
85 - A modelo “pousou” o dia todo. Modelo posa (de pose). Quem pousa é ave, avião, viajante, etc. Não confunda também iminente (prestes a acontecer) com eminente (ilustre). Nem tráfico (contrabando) com tráfego (trânsito).
86 - Espero que “viagem” hoje. Viagem, com g, é o substantivo: Minha viagem. A forma verbal é viajem (de viajar): Espero que viajem hoje. Evite também “comprimentar” alguém: de cumprimento (saudação), só pode resultar cumprimentar. Comprimento é extensão. Igualmente: Comprido (extenso) e cumprido (concretizado).
87 - O pai “sequer” foi avisado. Sequer deve ser usado com negativa: O pai nem sequer foi avisado. / Não disse sequer o que pretendia. / Partiu sem sequer nos avisar.
88 - Comprou uma TV “a cores”. Veja o correto: Comprou uma TV em cores (não se diz TV “a” preto e branco). Da mesma forma: Transmissão em cores, desenho em cores.
89 - “Causou-me” estranheza as palavras. Use o certo: Causaram-me estranheza as palavras. Cuidado, pois é comum o erro de concordância quando o verbo está antes do sujeito. Veja outro exemplo: Foram iniciadas esta noite as obras (e não “foi iniciado” esta noite as obras).
90 - A realidade das pessoas “podem” mudar. Cuidado: palavra próxima ao verbo não deve influir na concordância. Por isso : A realidade das pessoas pode mudar. / A troca de agressões entre os funcionários foi punida (e não “foram punidas”).
91 - O fato passou “desapercebido”. Na verdade, o fato passou despercebido, não foi notado. Desapercebido significa desprevenido.
92 - “Haja visto” seu empenho… A expressão é haja vista e não varia: Haja vista seu empenho. / Haja vista seus esforços. / Haja vista suas críticas.
93 - A moça “que ele gosta”. Como se gosta de, o certo é: A moça de que ele gosta. Igualmente: O dinheiro de que dispõe, o filme a que assistiu (e não que assistiu), a prova de que participou, o amigo a que se referiu, etc.
94 - É hora “dele” chegar. Não se deve fazer a contração da preposição com artigo ou pronome, nos casos seguidos de infinitivo: É hora de ele chegar. / Apesar de o amigo tê-lo convidado… / Depois de esses fatos terem ocorrido…
95 - Vou “consigo”. Consigo só tem valor reflexivo (pensou consigo mesmo) e não pode substituir com você, com o senhor. Portanto: Vou com você, vou com o senhor. Igualmente: Isto é para o senhor (e não “para si”).
96 - Já “é” 8 horas. Horas e as demais palavras que definem tempo variam: Já são 8 horas. / Já é (e não “são”) 1 hora, já é meio-dia, já é meia-noite.
97 - A festa começa às 8 “hrs.”. As abreviaturas do sistema métrico decimal não têm plural nem ponto. Assim: 8 h, 2 km (e não “kms.”), 5 m, 10 kg.
98 - “Dado” os índices das pesquisas… A concordância é normal: Dados os índices das pesquisas… / Dado o resultado… / Dadas as suas idéias…
99 - Ficou “sobre” a mira do assaltante. Sob é que significa debaixo de: Ficou sob a mira do assaltante. / Escondeu-se sob a cama. Sobre equivale a em cima de ou a respeito de: Estava sobre o telhado. / Falou sobre a inflação. E lembre-se: O animal ou o piano têm cauda e o doce, calda. Da mesma forma, alguém traz alguma coisa e alguém vai para trás.
100 - “Ao meu ver”. Não existe artigo nessas expressões: A meu ver, a seu ver, a nosso ver.
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Tathiane Romanelo é Palestrante e Professora formada em Letras,Profissional em Consultoria Textual, Revisão Gramatical, Orientação Literária, Web Writer, Ghost Writer, Professora de Português/Inglês e respectivas Literaturas, Professora de Secretariado, Professora de Informática, entre outros cursos, Administradora de empresa especializada em Gestão e Produtividade na Empresa